1/3 dos brasileiros duvida da ida à Lua às vésperas de nova missão da NASA; veja as provas científicas do feito
provas irrefutáveis de que o homem pisou na Lua Uma pesquisa do Datafolha revela um cenário de ceticismo científico no Brasil: 33% dos brasileiros afirmam ser mentira que o ser humano já viajou para a Lua.
O dado surge em um momento emblemático, às vésperas do lançamento da missão Artemis 2, programada para 1º de abril, que levará quatro astronautas para contornar o satélite natural.
Esta será a primeira viagem tripulada rumo à Lua em mais de cinco décadas, desde o encerramento do programa Apollo, que levou o homem à Lua pela primeira vez em 1969. “Há uma quantidade relevante de evidências que comprovam o pouso de 12 astronautas da Nasa na Lua entre o período de 1969 e 1972”, reforça a Nasa.
Foto oficial da tripulação da Apollo 11, da direita para a esquerda: Neil A.
Armstrong, Michael Collins e Edwin E. “Buzz” Aldrin Divulgação/Nasa Embora a conquista espacial seja amplamente documentada, na internet circulam teorias conspiratórias que tentam refutar a realidade.
Para especialistas, essa descrença é alimentada pela falta de alfabetização científica e pela facilidade de propagação de notícias falsas Para esclarecer as dúvidas, o g1 reuniu as principais evidências científicas que comprovam as missões do passado: As provas de que o homem foi à Lua As evidências mais importantes da chegada do homem à Lua foram listadas pela própria agência espacial norte-americana: São 382 quilos de rochas trazidas pelos pioneiros que são estudadas por cientistas há décadas; É possível refletir raios laser lançados da Terra nos espelhos retro-refletores colocados na superfície lunar pelos astronautas da Apollo; Há imagens do Orbitador de Reconhecimento Lunar da Nasa que registram os locais de pouso desde 2011.
Módulo Lunar Apollo, parte da nave usada no Projeto Apollo.
Com seu formato de aranha, era usado para a descida no solo lunar Divulgação/Nasa Informação confirmada pelos adversários E se não for o bastante, a agência ainda convida os que têm dúvidas a procurar as mais de 400 mil pessoas envolvidas nas missões, ou até mesmo buscar os adversários da corrida espacial.
As missões da Apollo foram acompanhadas de maneira independente pela União Soviética, que reconheceu a aterrissagem dos norte-americanos.
O astrofísico teórico norte-americano Ethan Siegel explica que “existe um grande número de evidências irrefutáveis” de que tenhamos ido à Lua. “Milhares de fotos e vídeos foram feitos décadas antes de as tecnologias de falsificação de imagem sequer existirem.
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