Israel aprova lei que prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais
Israel aumenta a segurança em Jerusalém Oriental depois do atentado contra uma Sinagoga Israel aprovou uma lei que prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais nesta segunda-feira (30). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Com a decisão, tomada pelo Parlamento israelense, a sentença agora será padrão nos julgamentos em tribunais militares.
Ela era uma das principais promessas dos aliados de extrema-direita do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.
Após a aprovação, um grupo israelense de direitos humanos pediu à Suprema Corte que conteste a proposta.
Israel retira acusações contra soldados acusados de abusar sexualmente de detento palestino Ativistas de extrema direita protestam do lado de fora da prisão de Sde Teiman, em Israel, contra a detenção de cinco soldados acusados de abusar sexualmente de prisioneiro palestino, em 29 de julho de 2024 Jill Gralow/Arquivo No dia 12, as forças militares israelenses anunciaram que retiraram as acusações contra cinco soldados acusados de abusar sexualmente de um detento palestino, em um ataque que teria sido parcialmente filmado.
A decisão encerrou um caso que dividiu profundamente o país desde a prisão dos soldados em julho de 2024, após o episódio ocorrido na notória prisão militar de Sde Teiman.
A detenção dos soldados israelenses provocou a ira de membros do governo de extrema direita e de ultranacionalistas radicais, que invadiram violentamente a prisão em protesto.
Sde Teiman foi criada após 7 de outubro de 2023, perto de Beersheba, no deserto do Neguev, para abrigar palestinos detidos em Gaza durante a guerra de Israel contra o grupo militante Hamas.
A instalação secreta rapidamente ganhou notoriedade à medida que funcionários e palestinos libertados da detenção descreviam cenas de abuso e tortura.
Essas alegações ganharam força depois que a imprensa israelense exibiu um vídeo vazado que mostrava soldados agredindo sexualmente um prisioneiro palestino.
Os soldados foram acusados de arrastar o palestino pelo chão, eletrocutá-lo com uma arma de choque e agredi-lo sexualmente, esfaqueando-o no reto e causando-lhe múltiplos ferimentos, segundo a acusação.
Ele foi levado a um hospital israelense com costelas fraturadas e traumatismo contuso no abdômen e no tórax, e passou por uma cirurgia para tratar uma perfuração retal antes de retornar à prisão.
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