Irmão suspeito de matar irmã não conseguiria carregar pedra sozinho para afundar corpo em MT, diz polícia
Irmão e cunhada são suspeitos de feminicídio no bairro Três Barras A pedra usada para afundar o corpo da adolescente Stephany Pereira num córrego nos fundos de casa é grande demais para que o irmão dela, Marcos Pereira Soares, principal suspeito do assassinato, carregasse sozinho. É o que afirmaram os delegados do caso nesta segunda-feira (30), Caio Albuquerque e Jéssica Assis, em Cuiabá.
A fala foi dada em coletiva de imprensa na sede da Polícia Civil.
Na quinta-feira (26), a esposa do suspeito foi presa por possível envolvimento na morte da cunhada.
A polícia ainda busca esclarecer qual foi o papel dela neste crime. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O caso ganhou repercussão devido à crueldade contra a adolescente e pelo histórico da ficha criminal dele, no qual a polícia o aponta como um “criminoso sexual em série”.
Além disso, dias antes do crime Marcos cumpria pena em regime fechado no presídio Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.
Em razão de uma suposta “falha humana”, segundo a Corregedoria, Marcos saiu da prisão e cometeu o crime contra a irmã.
A investigação apontou que uma peça de roupa usada para estrangular Stephany é da esposa do suspeito, segundo o delegado Albuquerque.
Os policiais não descartam a participação de mais suspeitos. “O instrumento para estrangular a vítima foi uma roupa da que está presa [a cunhada].
As vestes que foram usadas para acondicionar o corpo e deixar no rio, é uma roupa, uma espécie de saia dela.
O local do fato, da casa, horas antes eles saem e vão para outro bairro.
São fatores que convergem para os dois.
A cada vez mais os indícios de autoria aumenta sobre os dois”, explicou.
A delegada Assis disse que a esposa do suspeito esteve nas proximidades da casa na noite em que ocorreu o crime.
Dias depois, ela passou a visitar a delegacia, tentando descobrir o que disseram as testemunhas.
Por isso, os dois ainda passaram por uma acareação e acusaram um ao outro sobre a autoria do crime. “Durante a acareação, um culpou o outro.
A partir das buscas, surgiram mais divergências entre os relatos deles.
Ela tentou interferir muito no andamento das investigações.
Isso nos chamou muita a atenção, e parecia que os dois estavam de conluio.
A gente precisa entender até que ponto tudo aconteceu”, disse Assis.
Segundo laudo da necropsia, a adolescente foi estrangulada, teve o corpo queimadao e foi jogada em um córrego nos fundos da casa onde o irmão morava.
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