Reconstituição mostra que colisão entre avião e caminhão em aeroporto de Nova York ocorreu após autorizações simultâneas na pista
“Fantástico” mostra como aconteceu o acidente entre um avião e um caminhão no aeroporto de Nova York O Fantástico mostra como aconteceu o choque entre um avião de passageiros e um caminhão do corpo de bombeiros na pista do aeroporto de LaGuardia, em Nova York, em meio ao caos aéreo registrado nesta semana nos Estados Unidos.
O acidente ocorreu no domingo passado, por volta das 23h30 (horário local).
O voo da Air Canada chegava de Montreal e tinha autorização para pousar.
Seis minutos antes da aterrissagem, outro avião declarou emergência por causa de um cheiro forte a bordo.
A torre de controle acionou os bombeiros.
Para chegar até a ocorrência, o comboio precisaria cruzar a pista 4 — a mesma em que o avião da Air Canada estava autorizado a pousar.
O Fantástico foi até o Canadá e utilizou um simulador para recriar os últimos momentos do voo, com base nos dados das caixas-pretas já divulgados. “Eles receberam autorização para aterrissar.
Nesse caso, a pista é deles e de mais ninguém”, afirmou o instrutor de voo brasileiro Claudio.
Sequência do acidente Acidente em aeroporto nos EUA.
Reprodução/Fantástico Segundo a reconstituição, quando o avião estava a cerca de 100 pés de altitude — aproximadamente 30 metros —, o caminhão dos bombeiros confirmou que havia recebido autorização para cruzar a pista.
Oito segundos depois, a torre de controle pediu para que o veículo parasse.
Um segundo depois, o avião tocou o solo.
A gravação da caixa-preta dura mais oito segundos após esse momento.
No áudio da torre, é possível ouvir o controlador autorizando a travessia e, em seguida, pedindo para o caminhão parar repetidamente. “Stop!
Stop!
Stop!”, diz o controlador.
Dificuldade de visibilidade Especialistas ouvidos na simulação apontam que as condições da pista podem ter dificultado a visualização da aeronave. “Os bombeiros são treinados para procurar aeronaves antes de cruzar a pista.
Mas naquela noite as condições eram difíceis: pista molhada, muita névoa e uma grande quantidade de luzes.
Quando um avião vem na sua direção, no meio desse ‘mar de luzes’, praticamente não dá pra enxergar”, disse o piloto Aaron Murphy.
Ele afirma que, nessas situações, o avião pode parecer não estar se movendo.
Impacto e consequências Dois pilotos morreram no acidente.
Ao todo, 41 pessoas foram hospitalizadas, incluindo os dois bombeiros.
Eles já receberam alta.
O estudante Jack Cabot, que estava a bordo, relatou o momento do impacto: “O pouso foi muito brusco.
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