Dólar abre com petróleo em alta e tensão no Oriente Médio
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (30) em alta, avançando 0,16% na abertura, aos R$ 5,2496.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h A alta do petróleo voltou ao radar dos investidores neste início de semana.
O movimento reflete as incertezas em torno do conflito no Oriente Médio e já começa a influenciar expectativas para inflação e juros no Brasil. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No mercado internacional, o petróleo registra nova rodada de alta nesta segunda-feira, em meio ao ceticismo sobre um possível cessar-fogo na guerra envolvendo o Irã, que já dura cerca de um mês.
Pouco antes das 9h, o barril do Brent avançava 2,38%, a US$ 115,25 por barril, enquanto o WTI subia 2,12%, cotado a US$ 101,75. ▶️ No Brasil, o governo federal ainda tenta fechar um acordo com os Estados sobre a proposta de subvenção compartilhada na importação de diesel.
A reunião realizada na sexta-feira terminou sem consenso entre as partes. ▶️ Já no cenário macroeconômico, o mercado voltou a elevar a projeção para a inflação oficial do país neste ano.
De acordo com o boletim Focus, a estimativa para o IPCA subiu para 4,31%, ante 4,17% na semana anterior — o terceiro aumento consecutivo.
Diante desse cenário, também aumentam as apostas de que o Banco Central possa reduzir os juros em ritmo menor nos próximos meses.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: -1,26%; Acumulado do mês: +2,09%; Acumulado do ano: -4,51%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +3,03%; Acumulado do mês: -3,83%; Acumulado do ano: +12,68%.
Trump adia ultimato ao Irã O presidente dos EUA, Donald Trump, adiou em 10 dias o prazo que havia dado para atacar instalações de energia do Irã, por avanços nas negociações para tentar encerrar a guerra.
Apesar disso, a capital iraniana, Teerã, voltou a ser alvo de bombardeios de Israel.
Trump havia ameaçado destruir usinas de energia do Irã caso o país não permitisse novamente a passagem de navios petroleiros pelo estreito.
Nesta sexta-feira, porém, afirmou que adiou o ultimato até 6 de abril de 2026, às 21h (horário de Brasília), atendendo a um pedido do governo iraniano.
Segundo ele, Teerã já autorizou a passagem de 10 navios pela região.
Durante a reunião do G7, a ministra do Interior do Reino Unido, Yvette Cooper, acusou o Irã de “tomar a economia mundial como refém” ao restringir a passagem de petroleiros pelo estre
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