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Ibaneis deixa governo do DF nesta segunda após 7 anos de mandato e em meio à polêmica BRB-Master

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Ibaneis Rocha em 2019 Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), deixa o cargo oficialmente nesta segunda-feira (30) para se candidatar ao Senado nas eleições de 2026.

O ato será oficializado em cerimônia na Câmara Legislativa do DF, pela manhã, com a transferência do comando do Poder Executivo para a atual vice-governadora, Celina Leão (PP) – pré-candidata ao governo do DF.

Com o ato, Ibaneis encerra uma passagem de mais de sete anos pelo comando do DF.

O período começou de forma improvável, passou por oscilações políticas e termina em meio a uma das principais crises do político: a malsucedida tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.

Relembre abaixo como foi a trajetória de Ibaneis no comando do DF: Advogado, carreira política e primeiro mandato Advogado vindo de Corrente (PI) sem carreira política prévia e filiado ao MDB, Ibaneis Rocha eleito governador do DF em 2018 como um azarão.

Derrotou no segundo turno o então governador Rodrigo Rollemberg (PSB) – pegando carona na ‘onda de renovação’ que marcou aquela eleição, com discurso antipolítica e críticas à classe tradicional do poder local. À época, a trajetória de Ibaneis era basicamente corporativa, ligada à advocacia e à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF.

Ibaneis Rocha, do MDB, enfrenta primeira eleição política e diz que estudou para disputa Aliado de Bolsonaro, Ibaneis buscou desde cedo diálogo com o Palácio do Planalto.

Nos primeiros anos de governo, apostou em uma gestão voltada para obras, regularização fundiária e aproximação com o setor produtivo.

Pandemia de Covid-19 Durante a pandemia, o governo do Distrito Federal tentou navegar uma rota tênue entre as medidas de restrição, criticadas pelo empresariado e pelo bolsonarismo, e a flexibilização das medidas de combate ao vírus. ➡️ Entre o começo da pandemia, em março de 2020, e o fim da emergência em saúde pública em abril de 2022, Brasília teve quase 700 mil casos de Covid-19 registrados e 11,6 mil mortes.

Em 2020, mesmo com o crescimento das infecções, o GDF autorizou uma série de flexibilizações, desde o comércio a espaços de lazer, fazendo a Justiça intervir na situação.

Ibaneis chegou a dizer, nos primeiros meses da Covid, que trataria o vírus como uma gripe, ecoando o discurso do então presidente Jair Bolsonaro.

Depois, com o avançar dos números, o DF se rendeu a medidas mais restritivas de c

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