'Toda instituição tem suas laranjas podres', afirma delegado-geral da Polícia Civil do ES sobre agentes presos
Delegado-geral da Polícia Civil comenta denúncia de tráfico de drogas dentro da corporação O delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darci Arruda, afirmou nesta segunda-feira (30) que a instituição não vai exitar em punir desvios internos, se referindo às denúncias de envolvimento de policiais civis com o tráfico de drogas.
Em entrevista ao Bom Dia ES, Arruda usou a metáfora de ’laranjas podres’ para classificar os investigados e ressaltar que a conduta deles é uma exceção dentro da força policial. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Dois policiais do Departamento Especializado de Narcóticos (Denarc) estão presos e 3, afastados.
Até o momento, 10 policiais civis são citados na investigação que dura 9 anos.
A fala foi feita um dia depois que o Fantástico exibiu uma reportagem com áudios, vídeos e depoimentos exclusivos da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público do Espírito Santo.
Policiais civis estão entre principais traficantes do ES, diz investigação Investigações da Polícia Federal e MP A investigação concluiu que policiais civis do Departamento Estadual de Narcóticos (Denarc), principal departamento de combate ao tráfico de drogas do estado, teriam se aliado a criminosos para desviar entorpecentes apreendidos em operações e realizando a revenda no mercado ilegal por meio de traficantes ligados ao grupo.
O g1, acompanha o caso desde novembro do ano passado, quando aconteceu a primeira fase da Operação Turquia, e os primeiros policiais investigados foram afastados das funções.
Mandados de busca e apreensão, de prisão temporária e ordens judiciais de afastamento de função pública foram cumpridos em Vitória, Vila Velha e Serra, na primeira fase da Operação Turquia PF/ES LEIA TAMBÉM: Policial civil e mais 5 são presos por participação em esquema de desvio de drogas Policiais são afastados por desviar drogas de apreensões e enviar para facção no ES PF e MP investigam policiais civis suspeitos de desviar drogas apreendidas e revender Os policiais investigados continuam recebendo salários por decisão judicial, mas estão impedidos de usar armas, distintivos ou insígnias da Polícia Civil.
Além deles, a participação de outros policiais, civis e militares, é investigada.
Arruda isolou a conduta dos policiais citados na investigação da imagem dos demais servidores da corporação. “Toda instituição tem os seus problemas.
Toda instituição tem as suas laranjas podres.
Nós estamos agora cortando a própria car
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