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Furto de vírus na Unicamp: 10 pontos para entender a investigação

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Pelo menos 24 cepas diferentes de vírus foram levadas de um laboratório da Unicamp O furto de amostras de vírus de um laboratório NB-3 do Instituto de Biologia da Unicamp mobilizou o noticiário policial na última semana.

A professora Soledad Palameta Miller, da Faculdade de Engenharia de Alimentos, que chegou a ser presa, e o marido dela, o veterinário e doutorando Michael Edward Miller, são investigados pela Polícia Federal.

Uma apuração do Fantástico revelou que pelo menos 24 cepas diferentes de vírus foram levadas de um laboratório para outro dentro da universidade de Campinas – incluindo dengue, chikungunya, zika, herpes, Epstein-Barr, coronavírus humano e outros menos conhecidos, além de 13 tipos de vírus que infectam animais.

Também havia amostras dos vírus da gripe tipo A, segundo apurado pelo g1.

As amostras foram recuperadas em prédios da Unicamp, sem indícios de contaminação externa ou terrorismo biológico.

Soledad responde ao processo em liberdade, enquanto a Unicamp conduz uma sindicância interna e a PF segue apurando a motivação para o furto das amostras. ➡️ Entenda abaixo, em 10 pontos, o que já se sabe sobre o caso e o andamento da investigação: Local do crime: As amostras biológicas foram retiradas sem autorização do Laboratório de Virologia do Instituto de Biologia (IB), uma área de nível 3 de biossegurança (NB-3), o mais alto patamar de contenção laboratorial no Brasil para agentes infecciosos.

Principais suspeitos: A investigação aponta a professora Soledad Palameta Miller, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA), e seu marido, o veterinário e doutorando Michael Edward Miller, como os suspeitos pelo furto do material biológico.

Vírus furtados: Segundo apuração do Fantástico, doram levadas pelo menos 24 cepas diferentes, como dengue, zika, chikungunya, herpes, coronavírus humano e 13 tipos de vírus animais.

Além disso, o g1 apurou que entre as amostras estavam os vírus H1N1 e H3N2, causadores da gripe tipo A.

Cronologia dos fatos: O desaparecimento das amostras foi notado inicialmente por uma pesquisadora em 13 de fevereiro de 2026; a Unicamp notificou a Polícia Federal em 16 de março e o inquérito foi instaurado oficialmente em 20 de março.

Evidências por câmeras: Registros de câmeras de segurança mostraram Michael Miller saindo do laboratório NB-3 com caixas em horários incomuns no final de fevereiro, o que levou a universidade a apontá-lo como suspeito do furto.

Fraude processual e descarte: Após a PF realizar buscas e

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