Técnica morta após ser atingida por caminhonete de filha de capitão trabalhava há 9 anos na maternidade: 'Querida por todos'
MP pede investigação de PM que não acionou perícia e liberou filha de capitão em acidente A técnica de enfermagem Patrícia Melo da Silva, de 53 anos, que morreu após a moto em que estava ser atingida por uma caminhonete dirigida pela estudante Amanda Kathryn Monteiro de Souza, de 19 anos, era mãe de quatro filhos e avó de três crianças.
Ela trabalhava há cerca de 9 anos na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth.
Patrícia é natural de Belém, no Pará, e atuava como técnica há 18 anos.
Nesse período, ela passou por dois hospitais particulares da cidade, e tomou posse no concurso estadual em 2017.
Segundo a família, a técnica deixou um legado marcado pela fé, generosidade e dedicação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp “Entre colegas e pacientes, era reconhecida pela excelência e pela doçura no trato com os recém-nascidos e com os companheiros de trabalho.
A saudade é profunda, mas a gratidão por sua existência é eterna”, disseram os filhos.
Técnica de enfermagem Patricia Melo da Silva.
Arquivo ‘Saudade é diária’ Patrícia fez questão de que os filhos, Agnus, de 38 anos, Ananda, de 35, Aline, de 37, e Aarão, de 33, se formassem em universidades federais e hoje, cada um tem uma profissão.
Para Aline, a “saudade é diária”.
A servidora pública conta que a mãe gostava de vê-los reunidos. “A maior saudade que eu tenho da minha mãe é o acolhimento, minha mãe era muito acolhedora.
Então, toda vez que a gente chegava na casa dela, ela reunia a gente na mesa, servia alguma coisa, conversava”.
Agnus mora em em Manaus, no Amazonas.
Segundo o engenheiro, havia falado com a mãe horas antes do acidente sobre vir para Boa Vista morar com ela e lidar com a perda repentina “está sendo muito difícil” para ele. “Confio na justiça para que essa tragédia não passe em branco, e que todos os envolvidos sejam punidos, para que isso sirva de exemplo e não haja impunidade”.
Acidente na Ville Roy O acidente ocorreu no dia 4 de fevereiro deste ano, na avenida Ville Roy.
Segundo os depoimentos, a motorista, Amanda, afirmou aos policiais que era “filha de capitão da polícia”, o que teria levado a equipe da Polícia Militar a alterar a cena do crime, não acionar a perícia e liberá-la sem o teste do bafômetro.
Uma delas disse ainda que, após a frase, os agentes mudaram de postura. “Um policial olhou para a cara do outro e pouco depois um virou de costas e passou a mexer no telefone celular”.
A testemunha ainda relatou ter visto Amanda fazer uma videochamada p
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