Maria narradora e cena inédita: saiba como será a Paixão de Cristo de Piracicaba, que começa dia 1º
Como narradora, Maria vai oferecer um novo olhar sobre a trajetória de Jesus Cristo Divulgação A 36ª Paixão de Cristo de Piracicaba (SP), que ocorre entre a próxima quarta-feira (1º) e domingo (5), trará novidades em relação às edições anteriores.
Uma delas está na narração, que desta vez será conduzida por Maria, interpretada por Dani Torin.
Também terá uma cena inédita: o teste de fé do discípulo Tomé.
Outra mudança poderá ser percebida no cenário, com o Templo de Jerusalém ao centro.
A temporada totaliza seis apresentações, sempre no Parque Engenho Central.
O acesso do público será pela Ponte Pênsil (Avenida Beira Rio) e pelo Mirante (Avenida Maurice Allain). 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Em todos os cinco dias, o espetáculo começa às 20h.
Na Sexta-feira Santa, também haverá uma sessão extra, às 17h.
Os ingressos podem ser adquiridos online por meio deste link ou diretamente na bilheteria do espetáculo.
Maria narradora Neste ano, como narradora, Maria vai oferecer um novo olhar sobre a trajetória de Jesus Cristo, da anunciação à ressurreição.
A diretora Carla Sapuppo acredita que esse será o ponto principal do espetáculo, devido à sensibilidade que uma mulher, e mãe, pode oferecer ao contar a história. “Pega muito pelo emocional a questão de a Maria narrar essa história.
Acho que as pessoas vão entrar na história, porque a sensibilidade de uma mulher contando, e essa mulher sendo Maria, vai envolver o público mais rapidamente.
Acredito que as pessoas vão se emocionar muito com essa história contada pela Maria”, diz.
Cena de Tomé Inédita na Paixão de Cristo de Piracicaba, a cena de Tomé retrata a dúvida do apóstolo diante da ressurreição de Cristo, que será vivido pelo ator Diego Borges.
O objetivo da inclusão desse episódio é ampliar a abordagem dramática e teóloga da encenação. “É o velho ditado que a gente diz: “ver para crer”.
Que é quando Tomé precisa ver as chagas de Cristo, ver os buracos dos pregos em suas mãos, para acreditar que Jesus tinha ressuscitado”, afirma a diretora.
Templo de Jerusalém No caso do templo, a ideia da mudança é colocar a cidade de Jerusalém no centro da peça, segundo Carla. “A gente quer que seja o centro da peça, o Templo de Jerusalém, que é o Sinédrio, porque ele tem uma escadaria, fica imponente.
E também as casinhas que a gente sempre coloca no cenário, onde o povo fica, vão ficar em dois andares em volta da escadaria desse templo”, diz.
Expectativa e organização Produção reúne cerca de 250 pess
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