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Jundiaí reforça serviços de monitoramento e proteção para mulheres vítimas de violência; veja como pedir ajuda

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Mulheres vítimas de violência podem usar ‘botão do pânico’ em aplicativo em Jundiaí Em meio a um período onde casos de violência contra a mulher são diariamente noticiados em todo o país, a Prefeitura de Jundiaí (SP) tem reforçado ações de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica por meio do programa “Guardiã Maria da Penha”, da Guarda Municipal.

Uma das ferramentas disponíveis é o aplicativo com “botão do pânico”, voltado para mulheres que possuem medidas protetivas.

O sistema, criado em 2024 com apoio da Secretaria Municipal de Segurança Pública, já acompanha quase 300 mulheres, sendo 150 com o aplicativo ativo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Este recurso oferece proteção e orientação às mulheres vítimas de violência física, moral, patrimonial, psicológica e sexual e permite que, em caso de emergência, a vítima acione o botão e o pedido chegue imediatamente à central da Guarda Municipal, que envia uma viatura ao local.

Com o acompanhamento, a Guarda Municipal monitora a localização das vítimas por meio do GPS dos aparelhos celulares.

Veja um vídeo sobre o aplicativo acima.

Ao g1 , a guarda municipal Cristiane de Araújo Pichark, que está na corporação há três anos, explicou que o botão é usado semanalmente.

Mesmo que seja acionado por engano, a equipe vai até o endereço para verificar a situação. “Nós enviamos um link para as mulheres assistidas, elas baixam no celular e fazem o cadastro.

A partir daí, fica disponível o aplicativo para uma situação de emergência.

Quando elas clicam ali no botão, um botão bem aparente, o pedido já vai direto para nossa central, que entra em contato, retorna a ligação e já vai enviando uma viatura para o endereço.

Acho que foi um ganho, a gente percebe que as assistidas se sentem mais seguras”, explicou.

Guarda Municipal Cristiane de Araújo Pichark, de Jundiaí (SP), faz parte do programa ‘Guardiã Maria da Penha’ Arquivo pessoal Mesmo com pouco tempo de trabalho na área administrativa da Guarda Municipal, Cristiane conta que já testemunhou diversos casos de violência com vítimas jovens, adultas e idosas.

Em muitas das vezes, os agressores são companheiros, filhos ou outros familiares.

Entre 2023 e 2026, cidades da região de Jundiaí, como Itatiba, Jarinu, Itupeva e Várzea Paulista, registraram 129 casos graves, incluindo feminicídio, tentativa de feminicídio, latrocínio e lesão corporal, segundo dados do portal de transparência da Secretaria de Segurança Pública.

A maioria d

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