Réus por morte de policial em Niterói também respondem por clonagem de placa de carro do interior de SP
Carro usado no crime foi achado incendiado Reprodução/TV Globo Os cinco réus suspeitos participar da execução do policial civil Carlos José Queirós Viana, em outubro do ano passado, também respondem na Justiça do Rio por usarem uma placa clonada de um veículo de São José dos Campos.
O crime ocorreu em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a mais de 350 km de distância da cidade do interior paulista.
Carlos José Queirós, assassinado na porta de casa em Niterói, na Região Metropolitana do Rio Reprodução/TV Globo As investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) apontaram que um anúncio no Facebook, em um grupo de classificados, mostrava um Onix Branco de 2015 à venda, juntamente com a placa do carro.
Segundo as investigações, os criminosos viram o anúncio, adquiriram um veículo do mesmo modelo e clonaram sua placa para realizar a vigilância de Carlos José Queirós Viana, que morava em Piratininga, em Niterói, quando foi assassinado em outubro de 2025.
Policial foi executado na porta de casa em Niterói, no Rio de Janeiro Reprodução Cinco homens estão presos acusados pelos seguintes crimes, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público: Fábio de Oliveira Ramos, policial militar do 3º BPM (Méier), por seguir a vítima Felipe Ramos Noronha, policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias), preso no carro de fuga Mayck Júnior Pfister Pedro; por seguir os passos da vítima Dênis da Silva Costa; atuou como “batedor” após o homicídio José Gomes da Rocha Neto, apontado como chefe do grupo Fabio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha e Mayck Junior Pfister Pedro Reprodução Procuradas, as defesas de todos eles negam as acusações. (Leia mais ao final do texto).
A investigação revelou ainda que duas pistolas apreendidas com os primeiros 3 presos foram usadas em outros dois homicídios: Cristiano de Souza, 50 anos, dono de uma tabacaria no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, em 2023, e no assassinato de Antônio Gaspazianni Chaves, de 33 anos, do proprietário de um bar em Vila Isabel, na Zona Norte, em 2024.
A morte de Cristiano de Souza possui ligação com a máfia dos cigarros ilegais no Rio de Janeiro.
Já o assassinato de Gaspazianni possui ligação com problemas da vítima com o jogo do bicho na região.
A Delegacia de Homicídios segue as investigações para identificar um possível mandante e a motivação do crime.
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