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Além dos palcos, festival promove formação e crítica teatral

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Enquanto as cortinas se abrem para a 34ª edição do Festival de Curitiba, uma parte da programação acontece longe dos palcos e convida o público a mergulhar nos bastidores da criação artística.

O Interlocuções, recorte formativo do evento, começa em 30 de março e segue até 12 de abril com 39 atividades gratuitas entre oficinas, palestras, performances, encontros e lançamentos de livros.

A proposta é ampliar a experiência do festival para além dos espetáculos, promovendo o encontro entre artistas, pesquisadores e público e estimulando reflexões sobre a produção cultural contemporânea.

Criado em 2016, o Interlocuções busca deixar marcas duradouras na cidade. “A gente tenta, como todo ano, fazer com que os rastros que esses artistas deixem na cidade sejam além dos próprios espetáculos”, afirma a atriz e diretora Giovana Soar, curadora do festival e responsável pela coordenação do projeto desde a criação.

Performances e experiências urbanas Entre os destaques deste ano está a performance “Colibri”, solo de dança contemporânea da artista paulistana Maria Emília Gomes.

A obra, apresentada nos dias 2 e 3 de abril, é uma aposta da curadoria para revelar novos nomes da cena nacional.

Outro projeto que ocupa o espaço urbano é “Odisseia na Praça”, do ator e cenógrafo curitibano Fernando Marés.

A obra será construída ao longo de sete dias na Praça Santos Andrade, em um processo contínuo de criação que culmina em uma apresentação final no dia 12 de abril.

Segundo Giovana Soar, a ideia é aproximar o público dos processos artísticos. “Mais do que o desfecho, o importante para a obra é o durante. É uma construção em todos os sentidos da palavra”, explica.

Integrantes do Coletivo Prot{agô}nistas conduzem oficina durante o Interlocuções, programação formativa do Festival de Curitiba que promove encontros entre artistas e público por meio de atividades gratuitas.

Divulgação.

Oficinas, formação e intercâmbio entre artistas O Interlocuções também reúne sete oficinas gratuitas com vagas limitadas, voltadas a artistas, estudantes e interessados em produção cultural.

Entre os convidados estão o grupo Prot{agô}nistas, de São Paulo, que ministra atividades ligadas a técnicas circenses e criação musical, e a atriz Ana Kfouri, que retorna ao festival para uma oficina intensiva de atuação e dramaturgia.

Para Giovana Soar, a formação é um dos pilares do projeto. “O festival é um momento propício para isso, porque o público dessas publicações, dessas oficinas e dessas trocas

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