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Plantadores de cana resgatados de fazenda trabalhavam sobre caminhão em movimento e não tinham camas em alojamento, diz MPT

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rabalhadores em condições análogas à escravidão são resgatados de fazenda em Batatais, SP Os 22 empregados resgatados de uma situação de trabalho análogo à escravidão em uma fazenda de cana-de-açúcar em Batatais (SP) faziam o plantio sobre caminhões em movimento e viviam em alojamentos em condições precárias, que não contavam com camas, aponta o Ministério Público do Trabalho (MPT).

Esses foram alguns dos problemas apontados pelos agentes da Procuradoria, que realizaram a fiscalização entre os dias 16 e 19 de março e firmaram um acordo com o empregador, que assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC).

Ele se comprometeu a regularizar a situação dos empregados e melhorar as condições de trabalho, bem como ficou de pagar R$ 180 mil em verbas rescisórias e indenizações por danos morais individuais. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão eram obrigados a plantar cana-de-açúcar com caminhão em movimento em Batatais, SP Divulgação/MPT Quais problemas foram encontrados O MPT informou que encontrou uma série de irregularidades que colocavam em risco os trabalhadores.

Além de realizarem o plantio de cana em cima dos caminhões, com risco de queda, os empregados não tinham equipamentos de proteção individual (EPIs) e não contavam com banheiros no trabalho.

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Os agentes ainda fiscalizaram cinco alojamentos onde esses empregados viviam, em Pontal (SP), e constatou outros problemas.

Os quartos estavam sujos e não garantiam privacidade aos moradores.

Os locais não contavam com camas, o que obrigava os trabalhadores a dormir em colchões improvisados no chão, e nas cozinhas havia botijões armazenados em locais sem ventilação.

Alojamentos em Pontal (SP) onde ficavam os trabalhadores resgatados de fazenda em Batatais (SP) eram precários e sem

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