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Ator brasileiro vai de garçom nos EUA a filmes com Stallone e participação em Friends; conheça a história

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Márcio Rosário é natural de Santos (SP) e trabalhou por 25 anos em Hollywood Arquivo pessoal Com quase 25 anos de carreira em Hollywood, o ator, produtor e diretor santista Márcio Rosário já contracenou com nomes consagrados do cinema internacional, como Sylvester Stallone, em ‘Mercenários’, e trabalhou no seriado ‘Friends’.

Ao g1, ele comentou o bom momento do Brasil na indústria cinematográfica global, marcado pelo recorde no Oscar em 2026, e avaliou que o grande potencial do litoral paulista para produções audiovisuais que, segundo ele, ainda é pouco explorado.

O artista começou iniciou a carreira no teatro aos quatro anos, em Santos.

Aos 20, mudou‑se para os Estados Unidos, onde se formou em interpretação na The Lee Strasberg School e em produção executiva no American Film Institute (AFI). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.

Para bancar os estudos, conciliou o cinema com outras atividades e, ao longo da trajetória, integrou o elenco de grandes produções internacionais, entre elas ‘Clube da Luta’, ‘Mercenários’ e ‘Além da Linha Vermelha’.

Como produtor, acumula mais de 200 prêmios nacionais e internacionais à frente da Três Tons Visuais Filmes.

Rosário também participou de novelas e séries nos Estados Unidos, com destaque para ‘Days of Our Lives’, uma das produções mais longevas da televisão americana.

No Brasil, ganhou projeção nacional ao interpretar Bazunga na novela ‘I Love Paraisópolis’, em 2015.

Em entrevista ao g1, ele deu detalhes de sua trajetória profissional e ressaltou os seus trabalhos atuais que estão em produção.

Confira a entrevista completa: Márcio Rosário contracenou com Stallone em Mercenários Reprodução e Arquivo pessoal Você começou no teatro muito cedo, aos quatro anos, em Santos, e depois fez um caminho inverso, indo para os EUA e participando de produções internacionais.

De que forma essa trajetória influenciou e impulsionou a sua carreira?

Eu comecei bem cedo, nos anos 1970, fazendo teatrinho infantil no antigo jardim de infância.

Depois, no primário, iniciei teatro no (colégio) Cidade de Santos e no Andradas.

Mas foi no Colégio Leão XIII, durante meu ginásio e colegial, onde minha professora de História, Cida Varela, conquistou meu coração nas aulas de história e (nasceu) a paixão pelo Teatro.

Fizemos várias montagens de autores santistas como Oscar Von Pfuhl, que além de médico era um excelente dramaturgo.

Depois, fui fazer teatro amador em uma das maiores e melhores oficinas teatrais grat

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