Crise política no Rio: entenda por que o estado terá eleição para mandato-tampão e o impasse no STF
Julgamento sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana de abril O estado do Rio de Janeiro vive uma semana de incertezas políticas após a renúncia de Cláudio Castro (PL-RJ), na véspera da condenação do ex-governador à inelegibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Como o cargo de vice-governador também está vago desde 2025, quando o vice Thiago Pampolha (União) renunciou para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, o estado terá de realizar uma eleição suplementar para definir quem chefiará o Palácio Guanabara até o fim de 2026.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei com as regras para essa eleição suplementar.
No entanto, o PSD, do pré-candidato nas eleições gerais de outubro Eduardo Paes, contestou a norma no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os ministros começaram a analisar o tema no plenário virtual.
O último desdobramento foi a suspensão da eleição indireta pelo ministro Cristiano Zanin.
O ministro defendeu a análise presencial do caso.
O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, ainda vai marcar uma data para esse julgamento.
O g1 preparou 10 perguntas e respostas sobre a situação política do Rio de Janeiro (clique na questão para seguir ao conteúdo): Por que o Rio terá de realizar eleição suplementar?
Qual foi o rito aprovado Alerj?
Por que o tema chegou ao STF?
Por que ministros contestam a eleição indireta?
O que Zanin decidiu na sexta?
Quando deve ser o julgamento presencial no STF?
Quais ações os ministros vão analisar?
Quando deve ser realizada a eleição?
Até a posse do eleito, quem governa o Rio?
Rio acumula casos de governadores com problemas na Justiça?
Zanin suspende eleições indiretas para governador do Rio de Janeiro Por que o Rio terá de realizar eleição suplementar?
A necessidade ocorre devido à dupla vacância nos cargos do Executivo.
O vice-governador eleito em 2022, Thiago Pampolha, renunciou ao cargo em 2025 para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Rio.
Na semana passada, o governador Cláudio Castro também deixou o cargo – ele renunciou um dia antes de ser declarado inelegível pelo TSE.
Sem governador e sem vice, a Constituição exige uma nova eleição para completar o período restante do mandato – até 31 de dezembro de 2026.
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Qual foi o rito aprovado pela Alerj?
A Alerj aprovou regras que previam uma eleição indireta, ou seja, feita pelos próprios deputados estaduais.
O rito estabelecido incluiu o vo
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