Netanyahu ordena expansão de invasão militar no sul do Líbano
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém, na quinta-feira, 19 de março de 2026.
Ronen Zvulun, Pool Photo via AP O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (29) que vai ampliar a invasão militar no sul do Líbano.
Ele afirmou que instruiu as forças armadas a expandirem ainda mais a chamada “zona de segurança” e prometeu “mudar de forma fundamental a situação de segurança na região.” “Acabo de instruir a ampliação adicional da atual zona de segurança.
Estamos determinados a mudar fundamentalmente a situação no norte”, disse Netanyahu, em um comunicado em vídeo a partir do Comando Norte.
Ele afirmou que a decisão tem como objetivo reforçar a posição de segurança de Israel ao longo da fronteira norte, em meio às tensões contínuas na região, onde confrontos nas fronteiras têm aumentado o temor de uma escalada regional mais ampla. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?
Mande para o g1 O Irã afirmou neste domingo (29) estar pronto para reagir a um possível ataque terrestre dos Estados Unidos e acusou Washington de preparar uma ofensiva por terra enquanto, ao mesmo tempo, fala em negociações.
A declaração ocorre em meio a esforços diplomáticos de países da região, que se reúnem no Paquistão para tentar encerrar o conflito.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Ghalibaf, disse que os EUA enviam sinais de diálogo, mas estariam, nos bastidores, planejando o envio de tropas.
Segundo ele, o Irã está preparado para reagir caso isso aconteça. “Enquanto os norte-americanos exigirem a rendição do Irã, nossa resposta é que jamais aceitaremos a humilhação”, afirmou. “Nossos ataques continuam.
Nossos mísseis estão posicionados.
Nossa determinação e fé aumentaram", acrescentou.
A guerra começou em 28 de fevereiro, com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, e rapidamente se espalhou pelo Oriente Médio.
No sábado (28), os houthis do Iêmen, aliados de Teerã, fizeram seus primeiros ataques contra Israel desde o início do conflito.
Esses ataques aumentam o risco para o transporte marítimo global, já afetado pelo fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural consumidos no mundo.
Ministros das Relações Exteriores de Paquistão, Arábia Saudita, Turquia e Egito se reuniram neste domingo (29), em Islamabad, para discutir formas de encerrar a guerra, que já dura um mês e deixou milhares de mortos.
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