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SP: Moradores do Lauzane Paulista relatam onda de assaltos feitos por motociclistas e cobram mais segurança pública na Zona Norte

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Moradores do bairro Lauzane Paulista, na Zona Norte de São Paulo, relatam preocupação com a frequência de assaltos na região.

Segundo eles, os roubos começaram no fim do ano passado e têm ocorrido de forma recorrente.

De acordo com relatos, mesmo após a adesão ao programa Vizinhança Solidária, iniciativa de prevenção com participação da comunidade, a sensação de insegurança continua.

Imagens de câmeras de segurança mostram a sequência de crimes.

Em um dos casos, registrado na sexta-feira da semana passada, pouco depois das 21h, um motociclista com mochila de entregador aborda uma mulher na calçada e comete o roubo.

Ele estava armado com um revólver.

Duas semanas antes, outro flagrante foi registrado no mesmo local.

Um motorista de aplicativo estaciona o carro e, ao sair, é surpreendido por um motociclista que anuncia o assalto.

Pelas características — roupas, mochila e capacete — moradores acreditam que se trata do mesmo criminoso.

A síndica de um dos condomínios da rua, Conceição da Costa, afirma que os moradores têm tentado se organizar para enfrentar o problema. “Estamos nos mobilizando, nos unindo para tentar melhorar, porque não temos mais sossego aqui.

O bandido fica na esquina esperando o morador descer a rua.

Geralmente são três motoqueiros, que chegam com facilidade e levam os pertences”, disse.

Assaltos feitos por motociclistas no bairro do Lauzane Paulista, na Zona Norte de São Paulo.

Reprodução/TV Globo Um morador, que preferiu não se identificar por segurança, contou que presenciou um assalto no dia 12 de dezembro, quando chegava ao prédio. “Eu vinha descendo a rua e, atrás de mim, vinham dois garotos, bem perto.

Assim que entrei no condomínio, uns cinco segundos depois, apareceram três motos e cercaram os garotos.

Parecia cena de filme, como se já estivessem treinados para isso.

Eles assaltaram os rapazes, que ficaram assustados.

Eu entrei e não pude fazer nada”, relatou.

Em outro caso, um morador aguardava a entrega de um restaurante na calçada quando foi abordado por um criminoso.

Ele conseguiu correr para dentro do condomínio e não foi seguido, já que o suspeito desistiu ao perceber que poderia ficar preso do lado de dentro. “O prédio orienta a gente a ficar do lado de dentro”, disse a moradora Ivone dos Santos Os moradores afirmam que entraram em contato com a Polícia Militar e com o Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) para participar do programa Vizinhança Solidária.

Segundo eles, houve reforço no policiamento

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