Câmera flagra confusão em UPA que terminou com médico detido no RS; VÍDEO
Câmera flagra confusão em UPA que terminou com médico detido no RS Enquanto dezenas de pacientes aguardavam atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, uma confusão foi registrada na noite de quinta-feira (26).
Neste sábado, a Guarda Municipal divulgou vídeo que mostra o momento em que um médico é detido por agentes. (Veja acima) Entidades médicas se manifestaram.
Para o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), a ação foi desproporcional.
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) classificou como “inaceitável episódio de violência”. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A Polícia Civil investiga o caso.
Segundo o delegado Tarcísio Lobato Kaltbach será aberto um “termo circunstanciado para instruir os procedimentos de lesão corporal e desacato”.
O homem foi encaminhado à delegacia, onde foi ouvido e liberado.
Conforme testemunhas, o caso aconteceu por volta das 21h30 de quinta-feira na UPA do Centro de Novo Hamburgo.
A confusão teria se iniciado após reclamações de demora no atendimento.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Um dos funcionários da unidade de saúde teria pedido ajuda ao guarda que faz a segurança da UPA e que estaria jantando, mas ele teria se negado a retornar ao posto de trabalho.
Na sequência, o médico detido teria ido falar com o agente e ambos discutiram.
O guarda teria alegado desacato.
Em seguida, segundo a polícia, o guarda prendeu o médico, sob protestos dos funcionários e dos pacientes.
Outros dois agentes também chegaram na UPA.
Nas imagens, é possível ouvir pessoas pedirem que os guardas soltem o médico, que foi contido no chão.
O vídeo chega a mostrar um dos agentes sentado sobre as costas do homem, que pede para ser solto. “Para, velho, está me machucando.” Em nota, a Prefeitura de Novo Hamburgo afirma que “a Guarda Municipal está analisando as imagens das câmeras corporais utilizadas pelos seus agentes para apurar os fatos”.
As secretarias municipais da Saúde e Segurança Pública e a Fundação de Saúde Pública (FSNH) devem se reunir para discutir o caso.
O município ressalta ainda que “um episódio isolado não deve macular os trabalhos realizados pela classe médica e Guarda Municipal” da cidade. “Ambas as categorias são fundamentais para o funcionamento da cidade e para o cuidado com a população, e não podem ter sua trajetória e relevância comprometidas por um episódio isolado”, afirma texto publicado nest
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