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VÍDEO: Homem cria buraco para espionar adolescentes no banheiro e é indiciado por importunação sexual em MG

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Idoso é indiciado por importunação sexual em Rio Paranaíba Um homem de 66 anos, que não teve o nome divulgado, foi indiciado pela Polícia Civil na sexta-feira (27) por suspeita de importunação sexual em Rio Paranaíba, no Alto Paranaíba.

A investigação apontou que ele espionava adolescentes por meio de um buraco oculto na parede de um estabelecimento comercial.

De acordo com a polícia, o furo ficava entre um depósito e o banheiro do local, permitindo que o idoso visse o interior do ambiente usado pelas vítimas.

A abertura estava parcialmente encoberta por objetos, o que dificultava sua identificação e indicava tentativa de ocultar a prática. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As investigações também identificaram um padrão de comportamento do investigado.

Sempre que adolescentes se dirigiam ao banheiro, ele ia até o depósito, de onde conseguia observar o interior do espaço por meio do buraco na parede.

Testemunhas confirmaram a existência do buraco e relataram estranheza diante da conduta recorrente do homem.

Segundo a Polícia Civil, vídeos, áudios e depoimentos reunidos durante a investigação mostram que a abertura é compatível com uma perfuração intencional, permitindo a visualização direta do banheiro.

Para o delegado Guilherme Campos, responsável pelo caso, a conduta caracteriza ato libidinoso praticado sem o consentimento das vítimas, o que representa grave violação da intimidade e da dignidade sexual, especialmente por envolver adolescentes em situação de vulnerabilidade. 🔍 No Brasil, o ato libidinoso praticado sem o consentimento da vítima pode ser enquadrado no crime de importunação sexual, cuja pena é de reclusão de 1 a 5 anos.

A punição pode ser mais grave se houver circunstâncias agravantes, como a idade da vítima, especialmente quando se trata de menores de 18 anos, ou se a conduta se enquadrar em crimes mais severos, como estupro.

O inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que devem adotar as medidas cabíveis.

A Polícia Civil orienta que possíveis outras vítimas procurem a Delegacia de Rio Paranaíba para registrar ocorrência.

Segundo a corporação, o atendimento garante acolhimento adequado, preservação da identidade e adoção das medidas legais necessárias para a completa apuração dos fatos.

O g1 questionou a Polícia Civil se o homem permanece no sistema prisional e aguarda retorno.

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