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Fraudes bancárias: quem são os três alvos da Operação Fallax que seguem foragidos

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Alvo apontado como chefe do esquema de fraudes bancárias se entrega à PF, em Piracicaba Três alvos da Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater um esquema de fraudes bancárias, seguem foragidos até esta publicação.

São eles: Ariovaldo Alves de Assis Negreiro Junior, de Osasco (SP); Igor Gustavo Martins Avela, de São Paulo (SP); e Carlos Ramiro Rodrigues, de Rio Claro (SP).

O g1 não conseguiu localizar as defesas.

Suas funções envolviam intermediar pagamentos e, até mesmo, manter o “silêncio” de pessoas que ameaçassem denunciar o esquema.

Leia mais abaixo.

Ao todo, a Justiça Federal expediu 21 mandados de prisão.

Na quarta-feira (25), dia da operação, 15 pessoas foram presas.

Nesta sexta, outras três pessoas se apresentaram na delegacia da PF em Piracicaba (SP), entre elas o morador de Americana (SP) Thiago Branco de Azevedo, de 41 anos, apontado como chefe do esquema — ele foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Piracicaba.

Leia também: De gerentes a falsificadores: quem é quem no esquema de fraudes bancárias Suspeitos usaram até mãe e filha como ’laranjas’, aponta PF De acordo com as investigações, a organização praticava fraudes bancárias mediante o uso de empresas de fachada, “laranjas” e cooptação de agentes do sistema financeiro.

Pessoas eram pagas com importâncias consideradas “ínfimas”, como R$ 150 e R$ 200, para emprestar o nome.

Gerentes de banco também recebiam “comissões” como pagamento por participarem do esquema. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Conforme apurou a PF, o grupo abriu múltiplas contas bancárias e celebrou contratos de empréstimo milionários.

Já foram identificadas movimentações de, pelo menos, R$ 47 milhões.

Os papéis dos foragidos Principal alvo da operação, a esposa e o cunhado se apresentaram na PF de Piracicaba Victor Hugo Bittencourt/EPTV Segundo decisão judicial que resultou nas prisões, à qual o g1 teve acesso, Igor teria papel central como operador financeiro do esquema.

Ele é suspeito de receber e gerenciar comissões ilícitas por meio de empresa própria, além de planejar estratégias para mascarar inadimplência.

Ariovaldo, por sua vez, teria exercido funções de intermediação financeira e operacional, inclusive com recebimento de comissões ilícitas por meio de pessoas jurídicas utilizadas para ocultação da origem e do destino dos valores.

Por último, Carlos Ramiro seria responsável por intermediar os pagamentos aos “laranjas”.

Também atuava na contenção de crises e

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