Empresas do Consórcio Via SL paralisam temporariamente ônibus em São Luís e alegam falta de repasses
Rodoviários entram no 3º dia de paralisação Nessa sexta-feira (27), as empresas Expresso Rei de França (antiga 1001) e Expresso Grapiúna, que integram o Consórcio Via SL, confirmaram a paralisação temporária dos ônibus em São Luís.
As empresas alegam falta de repasses financeiros da Prefeitura de São Luís.
De acordo com a administração das empresas, a paralisação teve início na quarta-feira (25) porque os subsídios referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2025 não foram pagos integralmente. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Mesmo com fim da greve geral, rodoviários do Expresso Rei de França, antiga 1001, continuam paralisados Reprodução/TV Mirante Em nota, o Consórcio Via SL informou que a paralisação foi oficializada após uma reunião realizada na garagem das empresas.
A medida, segundo o grupo, foi motivada pela incapacidade financeira de manter os serviços sem a regularização dos subsídios devidos pelo poder público municipal.
Ainda segundo o consórcio, o subsídio foi totalmente cancelado em outubro, enquanto os pagamentos de novembro e dezembro foram feitos apenas de forma parcial.
As empresas alegam que o cenário comprometeu as condições mínimas de trabalho e impediu o cumprimento das obrigações com os funcionários, que enfrentam atrasos salariais.
Além disso, o Consórcio Via SL afirma também que o impacto financeiro foi agravado por descontos sobre valores de gratuidades e operações realizadas por aplicativo.
Diante da impossibilidade de manter as atividades, o consórcio informou que decidiu viabilizar o desligamento formal dos funcionários, com o objetivo de reduzir prejuízos sociais.
Com a medida, motoristas e cobradores poderão acessar direitos como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o seguro-desemprego. “Entendemos que não seria justo exigir que pais e mães de família continuassem trabalhando sem qualquer perspectiva concreta de regularização imediata”, diz a nota divulgada pelo Consórcio Via SL.
Apesar da interrupção das linhas, as empresas ressaltaram que a paralisação não representa o encerramento definitivo das atividades.
Segundo o consórcio, a medida é temporária e será mantida até que a Prefeitura de São Luís regularize os débitos pendentes.
O g1 entrou em contato com a Prefeitura de São Luís e aguarda contato.
Assim que houver uma resposta, essa reportagem será atualizada.
Ainda de acordo com o Via SL, assim que os recursos forem repassados, a prioridade será o pagame
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