Açaí com chumbinho: Ministério Público pede novos depoimentos de vítima e testemunhas
Açaí com chumbinho: veja o que se sabe sobre o caso O Ministério Público pediu à Polícia Civil novos depoimentos do auxiliar de manutenção Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, que passou mal após consumir um copo de açaí que estava envenenado com chumbinho, e de duas funcionárias da loja onde o produto foi preparado, na zona Leste de Ribeirão Preto (SP).
Elas são testemunhas do caso.
O inquérito policial que indiciou a namorada da vítima, Larissa de Souza, de 26, foi concluído na semana passada, mas devolvido pelo MP para estas novas diligências.
Ela responde por tentativa de homicídio qualificado, mas não há mandado de prisão contra ela.
No único depoimento que deu à polícia, quando ainda estava internado, o jovem disse acreditar na inocência de Larissa e afirmou que os dois sempre tiveram uma relação harmoniosa.
A declaração foi confirmada pela defesa da vítima, que também representa a indiciada. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Adenilson também disse não haver razões para o crime porque não tem seguros de vida ou bens que pudessem beneficiar a namorada.
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Adenilson Ferreira Parente passou mal após comer açaí envenenado e polícia indiciou Larissa de Souza por tentativa de homicídio em Ribeirão Preto (SP) Reprodução/EPTV O jovem se recuperou e está bem de saúde.
Ele sempre manteve a mesma versão sobre os fatos, dizendo que pegou o copo de açaí lacrado de dentro da geladeira de casa.
Ao solicitar os novos depoimentos, o Ministério Público pede que Adenilson descreva minuciosamente como foi aberto o lacre e como estava o copo de açaí antes de ser consumido. Às funcionárias do estabelecimento, o MP pede que descrevem detalhadamente o material do lacre e o local exato da aplicação, para saber se é tecnicamente possível abri-lo e restaurá-lo em casa, sem deixar vestígios como marcas de cola ou dobras. “Segunda a
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