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Inteligência Artificial atua como 'olho invisível' ao auxiliar cientista brasileiro em pesquisa para identificar molécula que destrói células cancerígenas

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IA ajuda cientista formado em Catanduva a desenvolve pesquisa de combate ao câncer A Inteligência Artificial (IA) em uma plataforma experimental foi decisiva para a descoberta feita por um cientista brasileiro ao desenvolver uma pesquisa para identificar uma molécula que destrói células cancerígenas.

Formado pela Faculdade de Medicina de Catanduva (Fameca), no interior de São Paulo, José Emilio Fehr Pereira Lopes, de 63 anos, desempenhou o trabalho junto à Harvard Medical School.

Assista ao vídeo acima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Os estudos começaram em 2009, quando José Emilio e uma equipe de cientistas passaram a analisar uma molécula descrita pelo imunologista Elieser Flescher, da Universidade de Tel Aviv, em Israel.

Conforme José Emilio, a IA passou a ser considerada um “olho invisível”, capaz de fazer os especialistas enxergarem o que antes demoraria anos para ser compreendido. “A IA funciona como um sistema que analisa milhões de possibilidades ao mesmo tempo.

Ela identifica padrões invisíveis, encontra vulnerabilidades das células cancerígenas e ajuda a direcionar a estratégia com muito mais precisão”, explica o cientista.

José Emilio Fehr Pereira Lopes é formado pela Faculdade de Medicina em Catanduva (SP) Arquivo pessoal O trabalho foi desempenhado com um conceito da biologia tumoral, que apontou que células cancerígenas produzem energia diferente das células saudáveis do corpo humano.

Com a união entre engenharia molecular, bioenergia celular e modelagem computacional, Pereira Lopes juntamente com a tutoria do cientista brasileiro José Alexandre Marzagão Barbuto e do Assistente em medicina Arthur Cesar Azevedo Menezes, encontraram uma forma de desenvolver a molécula agindo contra o câncer de forma seletiva. “No nosso caso, a IA ajudou a entender como levar a molécula certa até o lugar certo dentro da célula.

Não basta ter uma boa droga, ela precisa chegar viva, protegida e ativa até o alvo.

Muitas moléculas são destruídas antes mesmo de chegar às células, pois o organismo, para se proteger, acaba reconhecendo esses possíveis medicamentos como algo invasor”, explica Pereira Lopes.

José Emilio e outros cientistas desenvolveram a molécula sintética chamada A14, nomeada pelos pesquisadores como biointeligente.

O composto molecular foi feito para reconhecer as características das células tumorais e eliminar os mecanismos que sustentam o seu desenvolvimento.

Cientista brasileiro, formado em Catanduva (SP),

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