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Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA

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Efígie do presidente dos EUA, Donald Trump, é exibida durante protesto do movimento “No Kings” — que significa “Sem reis” — contra políticas do governo, em Washington REUTERS/Leah Millis Milhões de pessoas devem sair às ruas neste sábado (28) em todo os Estados Unidos para protestar contra o presidente Donald Trump, irritadas com o que consideram uma guinada autoritária e contrária à lei.

Os americanos sairão às ruas pela terceira vez em menos de um ano como parte de um movimento chamado “No Kings” (Sem Reis), a forma mais estridente e visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025.

Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança.

Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A meta para este sábado é uma mobilização ainda maior, diante do baixo índice de aprovação de Trump - em torno de 40% - e das eleições de meio de mandato em novembro, nas quais os republicanos podem perder o controle das duas casas legislativas.

Muitos apoiadores veneram o presidente dentro do movimento “Make America Great Again” (MAGA, Tornar os Estados Unidos grandes novamente), enquanto opositores, do outro lado da profunda divisão política americana, rejeitam Trump com a mesma intensidade.

Os críticos de Trump questionam sua propensão a governar por decretos executivos, seu uso do Departamento de Justiça para perseguir opositores, sua negação das mudanças climáticas e a ofensiva contra programas de diversidade racial e de gênero.

Os críticos também apontam seu recente gosto por exibir o poder militar americano após uma campanha em que ele se apresentou como um homem de paz. “Desde a última vez que marchamos, esta administração nos arrastou ainda mais profundamente para a guerra”, afirmou Naveed Shah, da Common Defense, uma associação de veteranos que integra o movimento “No Kings”. “Em casa, testemunhamos cidadãos sendo mortos nas ruas por forças militarizadas.

Vimos famílias destruídas e comunidades de imigrantes transformadas em alvo de ataques.

Tudo em nome de um único homem que tenta governar como um rei”, acrescentou.

Springsteen em Minnesota Os organizadores afirm

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