Sem porta, sem cardápio e com produção artesanal, restaurante familiar viraliza nas redes sociais no interior de SP
Conheça restaurante ‘Toca do Rato’ no interior de SP que viralizou nas redes sociais A arte de cozinhar vai além da seleção dos ingredientes, preparo, técnicas e habilidades.
E algumas receitas são mais do que instruções, nelas contém histórias de famílias e memórias.
O resultado da combinação desses métodos pode resultar em sabores que nunca são esquecidos e acabam conquistando o paladar de gerações diferentes.
Há seis anos, João Khouri, de 73 anos, domina o paladar daqueles que visitam a “Toca do Rato", em Pirajuí (SP), desde a culinária árabe até pratos típicos brasileiros.
Os visitantes podem conferir kibe, kafta, coalhada, pão sírio, feijoada, dobradinha, filé frito e mais.
Faça chuva ou sol, o proprietário busca produzir cada uma dessas opções diariamente, sem optar pelo congelamento ou uso de produtos artificiais.
Os interessados em visitar a “toca” precisam estar atentos a uma curiosidade: o local não possui um cardápio. “É um cardápio da minha cabeça.
Eu não faço todo dia todos os pratos.
Eu faço uns 10 pratos.
Então, às vezes tem uma coisa, não tem a outra, fica tirando do cardápio.
Então eu já falo: ‘tem isso, isso e isso’, entendeu?”, explica João. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Afinal, como surgiu o nome “Toca do Rato”?
Ao g1, o proprietário relembrou que a ideia surgiu através do seu apelido de infância. “Era criança.
Na rádio tinha umas historinhas infantis, né?
A história do ‘João, o Ratão’ que caiu na panela de feijão.
E pegou meu apelido na escola, como João Ratão”.
João “Ratão”, de 73 anos, é o proprietário do restaurante árabe em Pirajuí, na região de Bauru Arquivo pessoal/Nicole Khouri Da filha para o pai João contou que a ideia de criação da toca foi de sua filha Nicole Khouri, de 32 anos. À reportagem, ela compartilhou que seu pai sempre foi um cozinheiro de “mão cheia” e já teve outros estabelecimentos.
Na pandemia de Covid-19, os dois conviveram diariamente e sugeriu que ele começasse com as encomendas de comida.
O restaurante fica localizado no quintal da propriedade familiar. “Aquele lugar onde é a toca hoje, era o quiosque onde a gente brincava quando era criança, eu e meu irmão.
Em 2024, eu falei: ‘vamos fazer uma coisa mais comercial, vamos investir’. É improvisado, mas as pessoas vão lá para comer a comida dele”, conta Nicole.
A toca funciona mediante reserva e abre às quartas, quintas e sextas-feiras, das 19h às 22h.
João reforça que o local tem uma estrutura “pé no chão”, sem por
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