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Indonésia passa a barrar menores nas redes sociais a partir deste sábado e afeta quase 70 milhões

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Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos Reuters Quase 70 milhões de crianças e adolescentes na Indonésia ficaram oficialmente excluídos das redes sociais após a entrada em vigor neste sábado (28) de uma norma que proíbe seu uso por menores de 16 anos.

O arquipélago asiático, com 284 milhões de habitantes, passa assim a integrar a lista de países que optaram por legislar para proteger os mais jovens dos efeitos prejudiciais da exposição prolongada a conteúdos viciantes nas plataformas digitais. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1 As contas pertencentes a menores de 16 anos devem começar a ser desativadas a partir deste sábado em redes consideradas “de alto risco”, entre elas YouTube, TikTok, Facebook, Instagram, Threads, X, Bigo Live - especializada em vídeo ao vivo - e o jogo Roblox.

X e Bigo já aplicaram a nova regra e elevaram a idade mínima de uso para 16 e 18 anos, respectivamente, informou na sexta-feira à noite a ministra das Comunicações, Meutya Hafid, pouco antes da entrada em vigor da proibição.

Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 As demais plataformas digitais devem “adaptar imediatamente seus produtos, funcionalidades e serviços à normativa vigente”, acrescentou a funcionária em uma entrevista coletiva.

Ela advertiu que não haverá “margem para concessões” para as redes sociais que operam na Indonésia.

O TikTok afirmou na sexta-feira (27), em um comunicado, seu compromisso de cumprir a medida, incluindo “tomar as medidas adequadas em relação às contas de menores de 16 anos”.

No entanto, o governo indonésio não indicou como pretende controlar o veto.

A responsabilidade de restringir o acesso dos menores recai sobre as próprias plataformas, que se expõem a multas e até a suspensões se não aplicarem as novas medidas. “Improdutivo” Antes da entrada em vigor da norma, alguns jovens já antecipavam como contornar a restrição. “Talvez eu me dedique a outras atividades, mas acho que pedirei ajuda ao meu pai ou à minha mãe para poder entrar” nas redes, admitiu Bradley Rowen Liu à AFP.

Grande usuário do TikTok, o menino de 11 anos afirma que, durante as férias ou os fins de semana, pode passar até cinco horas por dia no celular.

Em contraste com a maioria, Maximillian, de 15 anos, reconhece que as horas que passa nas redes sociais o fazem sentir-se “improdutivo” e apoia a proibição para que “os jovens possam se concentrar mais nos estudos”.

Vários países, entre eles a Austrália,

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