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Empresário apontado como chefe de esquema de fraudes é levado para presídio de Piracicaba

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hiago “Ralado”, preso pela PF suspeito de chefiar esquema de fraudes bancárias Victor Hugo/EPTV Apontado como chefe de um esquema de fraudes bancárias, o empresário Thiago Branco de Azevedo, de 41 anos, passou por audiência de custódia após se apresentar na delegacia da Polícia Federal (PF) em Piracicaba, nesta sexta-feira (27) e foi conduzido ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do mesmo município.

Ele, a esposa Glaucia Juliana de Azevedo e cunhado Julio Ricado Iglesias Oriolo foram até a unidade policial nesta manhã.

Havia mandados de prisão contra os três, que eram alvos da Operação Fallax, deflagrada pela PF na última quarta.

Porém, na ocasião, eles não foram encontrados em suas casas — Thiago e Glaucia são moradores de Americana (SP), e Julio é de Santa Bárbara d’Oeste (SP). 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Na tarde desta sexta, em audiência, a 1ª Vara Federal de Piracicaba homologou as prisões.

Thiago e Julio foram levados ao CDP de Piracicaba, e Glaucia foi conduzida à Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP).

De acordo com as investigações, eles faziam parte de uma organização que praticava fraudes bancárias mediante o uso de empresas de fachada, “laranjas” e cooptação de agentes do sistema financeiro.

Já foram identificadas movimentações de, pelo menos, R$ 47 milhões.

Leia também: De gerentes da Caixa a falsificadores de documentos: saiba quem é quem no esquema de fraudes bancárias Esquema de fraudes bancárias: suspeitos usaram até mãe e filha como ’laranjas’, aponta PF Thiago, conhecido como Ralado, seria responsável pela coordenação das frentes de atuação, o que inclui captação de “laranjas”, constituição de pessoas jurídicas, contato com gerentes bancários e orientação quanto à produção de documentos utilizados nas operações de crédito.

Segundo decisão judicial, Glaucia exercia “papel central” na articulação financeira do esquema, com controle de contas bancárias de “laranjas”, gestão de cheques de terceiros e movimentação de valores por meio de conta própria, inclusive para pagamento de comissões a gerentes.

Julio, por sua vez, teria funções centrais de operador financeiro e logístico.

Foi apurado que ele administrava empresas de fachada e participava de transações suspeitas, inclusive com vantagem patrimonial evidenciada pela posse de bem de luxo.

O g1 não conseguiu contato com as respectivas defesas.

Até agora, 18 pessoas foram presas por suspeitas participação no esquema — as outras 15 já tinham sido detidas na quarta, du

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