Agricultor que achou possível petróleo no CE ao perfurar poço artesiano volta a receber água encanada e comemora
Conheça seu Sidrônio, de Tabuleiro do Norte, que descobriu possível petróleo em seu sitio O agricultor Sidrônio Moreira, que descobriu possível petróleo ao perfurar poço artesiano em Tabuleiro do Norte (CE), voltou a receber água de uma adutora antiga da região e celebra o alívio em meio à escassez hídrica que sua família enfrenta no Sítio Santo Estevão, localizado a cerca de 35 quilômetros da sede do município.
O poço foi perfurado em novembro de 2024 com o objetivo de resolver o problema da falta de água encanada em casa.
No entanto, o agricultor viu jorrar um líquido preto, viscoso, denso, com forte cheiro de combustível.
Após repercussão do caso, a família aguarda um laudo da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para mais esclarecimentos.
Não há previsão para essa resposta.
LEIA TAMBÉM: Entenda por que agricultores que acharam possível petróleo preferiam ter encontrado água ‘Nem água nem R$ 15 mil’, lamenta agricultor que contraiu dívida e encontrou possível petróleo Ao g1, Seu Sidrônio contou animado a novidade.
Uma nova adutora está em construção na região, com previsão de ser inaugurada no fim deste mês.
Enquanto isso, ele passou a receber maior quantidade de água da adutora antiga, que funcionou por um bom tempo, mas não estava sendo suficiente.
Com a repercussão do caso, a adutora foi reforçada e voltou a atender a família do agricultor: “Eles (a prefeitura) me deram ajuda.
Tá vindo água, encheu as vasilhas, fiquei muito satisfeito.
A gente usa para banho, para cozinhar, para os bichos beberem.
O negócio estava ruim, mas [melhorou], deu mais uma chuva”, explicou. ➡️ As adutoras são grandes tubulações que transportam água de reservatórios, rios ou estações de tratamento até cidades e comunidades, garantindo abastecimento contínuo.
Esse sistema impacta diretamente a qualidade de vida de famílias que vivem em regiões historicamente afetadas pela seca, como é o caso de Tabuleiro do Norte, no sertão cearense. “A água vem de oito em oito dias.
Vem meio fraca, não sobe para a caixa grande, mas encho a pequena de plástico. É para o serviço de dentro de casa.
A gente tendo água, tem tudo. Água é vida.
Nesses dias que caiu água aqui melhorou tanto para as nossas plantinhas”, relatou o agricultor, de 63 anos.
Sidrônio segura nas mãos pote com líquido encontrado ao cavar poço no quintal.
Gabriela Feitosa/g1 Falta de água afeta rotina Sidrônio e família ao lado de primeiro poço perfurado para obter água.
Gabriela Feitosa/g1 Sidrônio e a esposa,
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