Polícia identifica quatro adolescentes envolvidos em vídeo de gata arremessada em rio: 'Foi um desafio', diz delegado
Polícia investiga adolescente filmado arremessando gato em rio em São Luiz do Paraitinga A Polícia Civil identificou quatro adolescentes envolvidos no caso da gata que foi arremessada em um rio em São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo.
O inquérito foi concluído e será encaminhado à Vara da Infância e Juventude, responsável por analisar o caso e aplicar eventuais medidas socioeducativas.
De acordo com o delegado responsável pela investigação, Felipe Bona, os quatro jovens participaram diretamente da ação.
Um deles arremessou o animal, outro fez a filmagem e os demais instigaram o ato, sendo considerados partícipes - ou seja, participaram do ato, mesmo que não sejam os responsáveis diretos pela ação principal. “O vídeo original mostra os quatro adolescentes.
Um filmou, o outro arremessou e os outros instigaram”, afirmou o delegado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp As investigações apontaram que o caso ocorreu no dia 29 de novembro de 2025, mas o vídeo se tornou público nesta semana quando foi postado nas redes sociais e viralizou.
Segundo o delegado, a identificação dos envolvidos foi possível após a apreensão do celular utilizado na gravação, onde estava armazenado o vídeo original.
Ainda conforme a polícia, todos os adolescentes foram ouvidos durante o inquérito e disseram que a situação começou como um “desafio” entre eles. “Foi uma brincadeira, entre aspas, um desafio momentâneo.
Eles se mostraram arrependidos”, disse o delegado.
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Reprodução/TV Vanguarda O caso foi registrado como ato infracional análogo ao crime de maus-tratos a animal, previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, com agravante por se tratar de cão ou gato.
A Polícia Civil também informou que os responsáveis legais pelos adolescentes não tinham conhecimento do ocorrido e só souberam do caso quando o vídeo passou a circular na internet.
Em nota, a Polícia Civil destacou que a investigação foi concluída de forma célere e que a autoria e a participação de todos os envolvidos foram esclarecidas com base em provas como registros audiovisuais, depoimentos e laudo veterinário.
Ainda segundo a polícia, os adolescentes não possuem registros anteriores de atos infrac
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