Governador Gladson Camelí tem julgamento remarcado para 15 de abril

Gladson Camelí deve ser julgado em abril Diego Gurgel/Secom O Superior Tribunal de Justiça (STJ) remarcou para 15 de abril o julgamento do governador do Acre, Gladson Camelí (PP).
Ele é alvo de ação penal por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação. 👉 Contexto: A ação penal em torno do gestor investiga fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e formação de organização criminosa.
Em maio de 2024, a Corte Especial do STJ aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que inclui ainda acusações de corrupção passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A ação começou a ser analisada pela Corte Especial em 17 dezembro do ano passado, quando a relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, votou pela condenação de Camelí.
Em seguida, o revisor do caso, ministro João Otávio Noronha, pediu vistas para analizar o processo melhor e o julgamento foi suspenso.
A Rede Amazônica Acre apurou que o julgamento será retomado no próximo dia 15 já com o voto do ministro João Otávio Noronha.
O governador disse que não vai se manifestar sobre o julgamento.
Nessa terça-feira (24), Gladson Camelí formalizou a renúncia ao cargo para disputar uma vaga no Senado nas Eleições 2026.
A decisão foi comunicada por meio de mensagem enviada à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), com efeitos a partir do dia 2 de abril.
Depois de dois adiamentos, julgamento de Gladson Camelí deve ser julgado no STJ STF tem maioria para anular provas Em meio ao julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria no dia 17 de dezembro de 2025 para anular as provas obtidas contra Camelí nesta investigação.
Os ministros analisam um pedido da defesa de Cameli, que alegou ilegalidade na investigação já que medidas foram tomadas pela polícia local contra o governador sem o aval da Justiça, violando o foro por prerrogativa do cargo no Superior Tribunal de Justiça.
Relator, o ministro Edson Fachin votou pela rejeição do pedido da defesa e não identificou violação do foro.
O ministro André Mendonça abriu a divergência e votou pela nulidade de provas produzidas entre 25/05/2020 e 12/01/2021 e as que tenham ligação com elas.
Para o ministro, nesse período houve usurpação da competência do STJ nas investigações.
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