Pontos de contaminação da doença de Chagas são identificados em 4 bairros de Macapá
SVS utiliza plano emergencial para combater doença de Chagas no Amapá A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) divulgou nesta sexta-feira (27) os pontos de contaminação identificados da doença de Chagas em 4 bairros de Macapá, são eles : Jardim Marco Zero, Zerão, Universidade e Buritizal; todos na Zona Sul da capital.
Apenas nos 3 primeiros meses de 2026, foram confirmados 20 casos da doença, com 2 mortes confirmadas e uma 3ª em investigação.
No mês de março, foram 8 confirmações da doença. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp No ano de 2025, o estado havia registrado 89 casos confirmados e uma morte.
Até o momento, neste ano, o número de casos é menor, mas há mais mortes confirmadas do que no ano anterior.
Segundo a gerente do Centro de Informações Estratégicas da SVS, Solange Costa, o aumento de mortes exige atenção. “Essa incidência não é comum para este período e precisamos alertar a população para o risco”, declarou.
Para conter os casos, a Vigilância em Saúde ativou um plano de contingência, com fiscalização de batedeiras, medidas educativas e investigação epidemiológica. “Já houve interdição de estabelecimentos e seguimos trabalhando junto às vigilâncias municipais para orientar e proteger a população”, afirmou.
SVS e MP investigam locais de contaminação após mortes por doença de Chagas no Amapá Casos de doença de Chagas acendem alerta no Amapá; veja recomendações Saiba identificar os sintomas e como se prevenir da doença de Chagas no Amapá A doença é endêmica da região amazônica e hoje está associada principalmente ao consumo de alimentos contaminados. “A transmissão ocorre de forma oral, ligada ao consumo de açaí.
Nossa orientação é que as pessoas comprem o alimento em locais seguros, que adotem medidas de higienização”, disse Solange.
Ela destacou que o processo de branqueamento, quando a polpa do açaí passa por alta temperatura, em torno de 90 graus, é fundamental para eliminar o protozoário e garantir a segurança do consumo.
Solange também alertou sobre informações falsas que circulam em redes sociais sobre listas de batedeiras interditadas. “Isso atrapalha nosso trabalho.
A população deve buscar informações oficiais e confiar nos estabelecimentos que seguem protocolos sanitários”, falou.
Tratamento O tratamento é feito exclusivamente na rede pública, com o medicamento benzonidazol, disponível em hospitais e unidades básicas de saúde.
No CRDT, os pacientes recebem acompanhamento tanto na fase aguda quanto na
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