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Brasileira morta na Bolívia dá nome a lei que busca assistência a famílias de vítimas de feminicídio

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Brasileira morta na Bolívia dá nome a lei que busca assistência a famílias de vítimas de feminicídio

Caso Jenife Silva: familiares e amigos participam de ato público pedindo justiça A morte de Jenife Silva, aos 37 anos, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, causou comoção no Amapá e reforçou a necessidade de medidas de apoio às famílias de vítimas de feminicídio.

O principal suspeito é um adolescente de 16 anos que responde em liberdade.

O crime aconteceu em 2 de abril de 2025.

Em memória da data, a vereadora de Santana Ithiara Madureira (Solidariedade) apresentou um projeto de lei, sancionado nesta quinta-feira (26).

A norma prevê assistência integral às famílias de vítimas de feminicídio. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Segundo a vereadora, o projeto nasceu da mobilização da família, que enfrentou dificuldades para trazer o corpo da jovem ao Brasil durante o luto. “A lei garante atenção integrada às famílias, desde apoio psicossocial até auxílio aluguel e cestas básicas.

Foi uma pauta intensa da família de Jennife, que enfrentou dificuldades no translado do corpo por falta de legislação.

Agora, a norma assegura esse amparo em nível municipal e nacional, garantindo dignidade e integridade”, explicou a vereadora.

O projeto assegura assistência integral em áreas como justiça, apoio psicológico, moradia, traslado e auxílio funeral (veja principais pontos da lei abaixo).

O benefício é voltado principalmente para famílias em vulnerabilidade socioeconômica.

O processo será acompanhado por agentes sociais e exige inscrição no CadÚnico.

Amigos e familiares de Jenife acompanharam a sessão, que também discutiu o alto índice de feminicídio em Santana.

Durante a cerimônia, foi realizada uma audiência pública sobre o tema.

Francimone Almeida, amiga de infância da vítima, destaca a lei como uma conquista do movimento “Justiça por Jenife” que ganhou força nas redes sociais “Esse momento simboliza uma conquista neste um ano de luta.

Estamos há um ano tentando fazer com que os números diminuam. É lógico que não queremos que nenhuma família passe por esse tipo de situação, mas, se passar, esse projeto de lei vem para ajudar, para que outras pessoas não passem pelo que nós passamos”, disse Francimone.

Ela também relembrou o caso da jovem Luíza Clara Guedes, de 19 anos, que foi vítima de feminicídio em abril do ano passado, em Santa Catarina.

A vítima, que estava no puerpério, deixou a bebê recém-nascida e uma filha de 4 anos.

No aeroporto, a família prestou homenagens, assim como outras pessoas que se solidarizaram com o caso.

No m

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