Caso Henay Amorim: Investigado por matar a esposa e simular acidente em MG vira réu por feminicídio
Alison e Henay viviam um relacionamento conturbado e violento, segundo polícia Redes sociais/reprodução A Justiça de Minas Gerais tornou réu Alison de Araújo Mesquita, denunciado por matar a esposa Henay Amorim, e forjar um acidente de carro na MG-050 em Itaúna, para tentar encobrir o crime, ocorrido em dezembro de 2025.
A decisão é da juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte.
Além de aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a magistrada decidiu manter a prisão preventiva do acusado, que foi preso em flagrante no dia 15 de dezembro.
Com isso, ele continuará detido e não poderá responder ao processo em liberdade.
Em nota, a defesa de Alison Mesquita afirmou que, no momento oportuno, apresentará de forma detalhada todos os pontos defensivos, bem como contradições evidenciadas no inquérito policial.
Ressaltou que Alison permanece custodiado, mesmo estando com a clavícula fraturada desde a época do acidente, circunstância que evidencia a necessidade de especial atenção quanto à sua condição de saúde e à regularidade de sua manutenção no cárcere. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste no WhatsApp O que muda com a decisão Com a decisão judicial, o processo deixa de tramitar em sigilo e passa a ser público.
A juíza também determinou a citação do réu, que terá o prazo de 10 dias para apresentar defesa.
Caso não constitua advogado, ele será assistido pela Defensoria Pública.
Também foram determinadas providências administrativas para que a secretaria da Vara cumpra diligências solicitadas pelo Ministério Público, como reunir as provas.
A principal medida, no entanto, foi a manutenção da prisão preventiva, considerada necessária pela magistrada diante da gravidade do caso.
Denúncia por feminicídio e fraude A juíza aceitou integralmente a denúncia do MPMG, que acusa Alison de feminicídio com as qualificadoras de violência doméstica e familiar, uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de fraude processual.
Segundo o Ministério Público, o crime ocorreu na madrugada do dia 14 de dezembro de 2025, em um apartamento no bairro Nova Suíça, na região Oeste de Belo Horizonte.
Próximos passos Com o recebimento da denúncia, o processo entra agora na fase de instrução, quando serão analisadas provas e ouvidas testemunhas.
Ao final dessa etapa, a Justiça decidirá se o réu será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri.
Enquanto isso, ele pe
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