Donald Trump estende prazo para que Irã aceite um acordo de paz

Donald Trump estende ultimato ao Irã O presidente dos Estados Unidos adiou mais uma vez o ultimato ao Irã.
Donald Trump estendeu o prazo para que o país aceite um acordo de paz.
Nesta quinta-feira de guerra, Israel anunciou a eliminação de mais um militar iraniano de alta patente.
Alireza Tangsiri comandava, desde 2018, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã.
Ele é apontado por Israel como responsável por atos terroristas e bombardeios no Estreito de Ormuz.
Esse estreito fica na conexão entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã.
Antes da guerra, passava por ali um quinto de todo o petróleo exportado no planeta.
Mas a reabertura dessa rota, tão sensível para a economia global, não é uma tarefa simples.
O Irã tem uma vantagem geográfica sobre a região.
O trecho mais apertado da rota tem apenas 33 km - o que força os navios-tanque a se aproximarem da costa iraniana. É uma área montanhosa, bastante recortada, onde o regime dos aiatolás esconde armas, tropas e navios de combate.
As águas rasas em determinados pontos levam os navios a percorrerem caminhos parecidos e que podem facilmente ser alvos de minas navais.
Os militares israelenses ainda lançaram uma operação no sul do Líbano e afirmam ter matado mais de 30 integrantes do Hezbollah, grupo financiado pelo regime iraniano.
Do outro lado, o Irã também manteve uma série de ataques no Oriente Médio.
Em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, duas pessoas morreram; foram atingidas por destroços de um míssil interceptado pelo sistema de defesa.
Em Israel, uma situação parecida: fragmentos atingiram um carro na cidade de Kafr Qasim, a 25 km de Tel Aviv.
No canto da imagem, é possível ver mãe e filho que correm ao ouvirem as sirenes de emergência.
Cerca de 30 segundos depois, a força do fragmento que faz o carro saltar do chão. “O que aconteceu hoje com meu filho e minha esposa é um milagre”, comentou Iyad Qasem.
Mais de 1,5 mil civis já morreram nessa guerra.
O conflito também atinge em cheio a economia global.
Nesta quinta-feira (26), a OCDE revisou para baixo a previsão de crescimento de vários países. É resultado do aumento do preço do petróleo, que causa um efeito cascata em toda a cadeia produtiva.
Entre as economias mais ricas, a do Reino Unido será uma das mais afetadas, com uma redução de meio ponto percentual na expectativa de crescimento.
A OCDE também projetou um recuo no crescimento do Brasil, de 1,7% para 1,5%.
Na contramão, os Estados Unidos - que são grandes produtores e expor
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