'Espera angustiante' e 'luto interrompido': família de corretora gaúcha esquartejada em SC espera liberação do corpo há 2 semanas

Delegado trata como latrocínio caso de corretora gaúcha esquartejada em SC “Sofrimento imenso”, “espera angustiante” e “luto interrompido”. É dessa forma que a família da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, esquartejada em Florianópolis (SC), define as duas últimas semanas - período em que espera a liberação do corpo para poder sepultá-la em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em publicação conjunta nas redes sociais, os irmãos pedem justiça por Luciani. “Tudo o que queremos é poder nos despedir da nossa irmã e encontrar um mínimo de alívio em meio a tanta dor”, diz trecho da postagem. “Cada dia que passa é um sofrimento imenso para todos nós.
Já são duas semanas convivendo com essa dor, com essa espera angustiante, sem poder dar à nossa irmã um enterro digno, sem poder nos despedir como ela merece.
Essa demora tem nos impedido até mesmo de tentar seguir em frente.
Estamos vivendo um luto interrompido, preso, sem respostas, sem paz”, relata a família.
A indefinição está atrelada à conclusão das perícias, prevista para até 40 dias, segundo a Polícia Científica de Santa Catarina.
Há amostras em análise nos setores de genética e toxicologia, esta para verificar a possível presença de substâncias, como drogas ou medicamentos.
A Polícia Científica afirma que os procedimentos técnicos adotados asseguram a precisão e visam resguardar a dignidade da vítima e de seus familiares, “possibilitando a restituição do corpo da forma mais completa possível, evitando novas etapas de luto”.
Leia abaixo a íntegra da manifestação Luciani nasceu em Alegrete e foi criada em Canoas.
Ela deixa os irmãos e a mãe.
O pai morreu há duas décadas, também vítima de latrocínio (quando ocorre roubo seguido de morte) e aos 47 anos.
Família de corretora gaúcha esquartejada em SC vive angústia à espera de liberação do corpo Reprodução e Arquivo Pessoal O crime A corretora havia sido vista pela última vez em 4 de março, conforme o irmão Matheus Estivalet.
O desaparecimento foi registrado na segunda-feira (9).
No dia 11, um corpo esquartejado foi encontrado em Major Gercino (SC).
A Polícia Civil confirmou que os restos mortais eram de Luciani em 13 de março.
Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime cometido contra a gaúcha: a administradora da pousada onde Luciani morava, um vizinho de porta da corretora e a namorada deste vizinho.
O crime é investigado como latrocínio, quando ocorre rou
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