Apoio a Eduardo Leite por Pérsio Arida e Armínio Fraga dificulta decisão de Kassab sobre presidenciável do PSD
Os economistas Pérsio Arida e Armínio Fraga declararam apoio à Eduardo Leite na disputa à presidência em 2026 dentro do PSD.
Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), recebeu nesta semana o apoio de dois economistas na disputa interna que deve decidir quem será o candidato do PSD à Presidência da República em 2026.
Pérsio Arida – conhecido como um dos pais do Plano Real – e Armínio Fraga, ex-ministro da Fazenda dos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), anunciaram preferência por Leite na disputa com Ronaldo Caiado para indicação do partido de Gilberto Kassab.
Arida e Fraga apoiaram na eleição de 2022 a candidatura do presidente Lula (PT) na disputa contra Jair Bolsonaro (PL), mas neste ano afirmam que “é preciso construir uma candidatura alternativa à polarização” entre lulismo e bolsonarismo. “Eu não acredito que a situação polarizada que temos hoje vai dar uma resposta [aos problemas do Brasil].
Acredito que, quem pode colocar o Brasil nessa trajetória é o governador Eduardo Leite”, declarou Armínio Fraca em Porto Alegre nesta quinta-feira (26), durante encontro com empresários.
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em evendo na Assembleia Legislativa de SP (Alesp).
Divulgação/Alesp “Eduardo Leite acabou de lançar o programa para o Brasil dele e já declaro, de partida, ele é o meu candidato.
E espero que ele seja o escolhido [no PSD]. (…) Tínhamos [na criação do Plano Real] um presidente extraordinário, um caso raríssimo na política, de um intelectual que pensava o Brasil e era político ao mesmo tempo.
Espero que venhamos a ter a aventura de termos um novo presidente com essas mesmas características na figura do Eduardo”, disse Arida em um evento em São Paulo no início de março.
O apoio de peso dos dois economistas joga pressão no presidente do PSD, Gilberto Kassab, que disse que vai escolher até o fim de março entre Ronaldo Caiado e Eduardo Leite para liderar o partido na eleição presidencial de outubro.
O governador de Goiás tem ligeira vantagem por ter apoio do agronegócio e de correntes mais conservadoras ligadas ao bolsonarismo dentro do partido, mas tem enfrentado grande pressão do mercado financeiro para escolher um candidato mais equilibrado nas falas e que represente o eleitor de centro.
Em entrevista à GloboNews na última quarta-feira (25), o próprio Eduardo Leite se classificou como único representante de Centro entre os pré-candidatos do PSD. “O PSD precisa ser,
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