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Bombardeios inesperados, pouca comida e falta de banho: paranaense relata drama para tentar deixar o Líbano com filha de 5 meses

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Bombardeios inesperados, pouca comida e falta de banho: paranaense relata drama para tentar deixar o Líbano com filha de 5 meses

Paranaense relata drama para tentar deixar o Líbano com filha de 5 meses Chirin Hussein Jaber, de 30 anos, tenta há três semanas deixar o sul do Líbano com a filha Fátima Hadi Mokh, de cinco meses.

A paranaense fugiu de bombardeios em Nabatieh, na cidade em que morava, e desde então enfrenta abrigos lotados, falta de comida e de higiene.

Natural de Foz do Iguaçu, ela está no Líbano há três anos, desde que se casou com um libanês. “Eu choro todos os dias. […] Cada vez que acontece bombardeio eu fico chorando.

Quando sobem os aviões parece que você vai ser bombardeado a qualquer momento”, diz ela. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Chirin solicitou à Embaixada do Brasil em Beirute a emissão do passaporte de emergência da sua filha e repatriação ao Brasil.

O passaporte foi emitido, mas sobre o último pedido, ainda não houve resposta.

A embaixada confirmou ao g1 que foi acionada por Chirin e disse que presta assistência consular, contudo, não pode divulgar informações sobre os serviços.

Chirin e filha estão há três semanas tentando retornar ao Brasil Arquivo pessoal A tensão entre o Exército de Israel e o grupo Hezbollah, em meio à guerra entre o Irã, Israel e Estados Unidos, se intensificaram desde o início do mês.

O ministro da Saúde do Líbano, Rakan Nassareddine, disse em entrevista coletiva que o número de mortos chegou a 634, e mais de 800 mil pessoas foram deslocadas apenas nos primeiras 10 dias de conflito.

O númer de mortos incluía 91 crianças.

No domingo (22), as forças israelenses realizaram um ataque aéreo contra a ponte Qasmiyeh, que fica a cerca de 40 quilômetros da cidade em que Chirin vivia.

Além do ataque à ponte, que representa um ponto logístico importante entre regiões do país, o ministro da Defesa de Israel também intensificou a demolição de casas libanesas localizadas próximas à fronteira com Israel.

A casa de Chirin fica a menos de 20 quilômetros da fronteira com Israel.

Segundo ela, imóveis vizinhos foram atingidos e a orientação era abandonar a região. “A gente estava em perigo.

Começaram a bombardear três horas da manhã.

Eu só peguei meu passaporte, coloquei o que estava na frente e fugi com minha filha”, diz ela.

Ela e a filha fugiram para Sídon, que fica no litoral do Líbano.

O trajeto que normalmente seria feito em 30 minutos, durou cerca de 13 horas por causa do trânsito provocado pelo deslocamento em massa de moradores.

Longas filas se formaram após primeiros ataques de Israel ao Líbano Arquivo pessoal Guerra

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