Em Mato Grosso, feira do agro apresenta novidades de negócios; conversão de motores para etanol é destaque

Feira em Mato Grosso destaca motores que trocam diesel por etanol Em Mato Grosso, uma feira do agro está apresentado novidades de negócios.
E um dos destaques é a conversão de motores para o etanol.
O escoamento da produção e o funcionamento do maquinário dependem do diesel, que ficou mais caro nas últimas semanas.
Trazer soluções para desafios atuais é um dos objetivos de uma feira em Lucas do Rio Verde, no norte de Mato Grosso, região que está no principal eixo produtor de soja e milho no país. “O maquinário que tem hoje é de altíssima tecnologia.
Tudo aqui é alta tecnologia que proporciona redução de óleo diesel.
Isso já era importante antes, agora você imagina hoje”, diz o produtor rural e empresário Orcival Guimarães.
Com tecnologia, o produtor pode ter outras alternativas, outros combustíveis para usar.
O motor de um trator, que era movido a diesel, agora funciona com etanol.
A conversão foi feita por uma startup brasileira que promete aumento de potência, redução de custos e de emissão de carbono. “O etanol, além de estar disponível no estado fortemente, além de ser o produto que é feito pelas indústrias, ele é absolutamente sustentável do ponto de vista de queima limpa”, afirma Pedro Stefanini, diretor e fundador da startup.
Em Mato Grosso, feira do agro apresenta novidades de negócios; conversão de motores para etanol é destaque Jornal Nacional/ Reprodução Uma multinacional levou um dos 100 caminhões que rodam com biodiesel produzido a partir da soja que a própria empresa planta e processa. “Nessas incertezas que a gente tem com o cenário de guerra e tudo mais, é uma saída para os operadores de logística do Brasil”, diz Carlos Cabral, gerente de operações industriais.
Seiscentos expositores levaram à feira desde máquinas gigantes a avanços em genética vegetal. “O evento consegue fazer essa amostra de tudo que é moderno, de tudo que é importante no contexto agro do Brasil.
Isso representa a importância do estado do Mato Grosso nesse contexto”, diz Rodrigo Pasqualli, diretor da Fundação Rio Verde.
Em um estado de grandes distâncias, a pista de pouso facilita a chegada dos visitantes.
Um piloto veio do Paraguai para ver um avião agrícola não tripulado que promete ganho e eficiência no campo. “Não tem erro humano e, ao não ter erro humano, pode trabalhar mais tempo.
Ao trabalhar mais tempo, tem mais produtividade”, afirma o engenheiro agrônomo e piloto Gerardo Monzon.
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