Mãe transforma confeitaria em renda para pagar tratamento do filho com síndrome rara
Mãe transforma confeitaria em renda para pagar tratamento do filho com síndrome rara Uma mesa farta com bolos dos mais variados sabores e recheios, com cremes, coberturas, ganaches, frutas e merengues.
Atrás dela, usando um avental, uma mulher que foi mãe aos 22 anos e, sozinha, teve que criar e sustentar o filho, uma criança com uma síndrome rara que precisa fazer diversos tratamentos para se desenvolver de forma saudável.
Yasmin Scarpatti, atualmente com 24 anos, encontrou na confeitaria uma maneira de conseguir arcar com os custos médicos de Yohan, de 2 anos e seis meses, que tem encefalopatia crônica não progressiva, condição que afeta os neurônios e impossibilita movimentos. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A suspeita dos médicos, que ainda está sendo investigada, é de que ele tenha a Síndrome de Bohring-Opitz - desordem genética que causa atraso no desenvolvimento da pessoa.
A jovem mãe solo, que hoje conta com a parceria do companheiro João do Carmo, também de 24 anos, aprendeu a fazer docinhos e bolos e, com influência das redes sociais, lançou o Festival de Fatias, que acontece às sextas-feiras e aos sábados, na Serra, Grande Vitória.
No evento, o casal vende fatias de bolos de diferentes sabores pelo valor único de R$ 22 e também compartilha a história da família com os clientes que fazem fila.
O valor arrecadado é utilizado para garantir o tratamento médico da criança.
Yasmin e João vendem fatias de bolo na Serra, Espírito Santo, para pagar o tratamento médico do filho Yohan, de 2 anos Reprodução/Redes sociais Apesar do sucesso que faz nas ruas da cidade - hoje Yasmin vende cerca de 15 bolos por dia de festival, além dos encomendados para festas -, o início não foi fácil.
Com dois meses de gestação, viu o ex-companheiro ir embora da casa onde moravam, sem assumir o filho.
Depois do nascimento de Yohan, ficou seis meses vivendo no hospital com ele. “Eu segui a gestação sozinha e ela toda foi tranquila.
Eu não sabia que ele viria com essas condições.
Foi uma surpresa para os médicos.
E aí, depois que ele nasceu, ficamos seis meses internados no hospital”.
Começam os tratamentos Ainda pequeno, Yohan precisou realizar duas cirurgias.
Uma delas, a traqueostomia, para que o bebê pudesse respirar.
A segunda, gastrostomia, inseriu uma sonda no abdômen dele para possibilitar a alimentação.
Sem ter como continuar trabalhando na clínica médica onde estava há 5 anos, Yasmin - que há pouco tempo tinha se formado técnica
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