Filha de capitão deu 'carteirada' e policial mandou alterar cena de acidente que matou técnica em Boa Vista, dizem testemunhas

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Filha de capitão deu 'carteirada' e policial mandou alterar cena de acidente que matou técnica em Boa Vista, dizem testemunhas

MP pede investigação de PM que não acionou perícia e liberou filha de capitão em acidente A estudante Amanda Kathryn Monteiro de Souza, de 19 anos, usou a influência do pai para receber tratamento diferenciado após o acidente que matou a técnica em enfermagem Patricia Melo da Silva, de 53 anos na avenida Ville Roy, em Boa Vista, segundo depoimento de testemunhas à Polícia Civil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp O caso ocorreu na noite do dia 4 de fevereiro.

Segundo os depoimentos, a jovem afirmou aos policiais que era “filha de capitão da polícia”, o que teria levado a equipe da Polícia Militar a alterar a cena do crime, não acionar a perícia e liberá-la sem o teste do bafômetro.

Duas testemunhas relataram à Polícia Civil ter ouvido Amanda dizer aos policiais: “Meu pai é capitão… sou filha de capitão” Uma delas disse ainda que, após a frase, os agentes mudaram de postura. “Um policial olhou para a cara do outro e pouco depois um virou de costas e passou a mexer no telefone celular”.

A testemunha ainda relatou ter visto Amanda fazer uma videochamada para uma tia no local.

Segundo o depoimento, Amanda disse à tia que havia bebido, mas que tinha sido cedo.

A testemunha disse que achou que o teste do bafômetro iria ser solicitado naquele momento, mas isso não aconteceu.

O relato é semelhante ao de outra testemunha ouvida pela polícia, que contou ter ouvido Amanda falar ao telefone: “Tia, eu bebi, mas foi pouco e foi cedo” e “o meu pai não quer enviar o dinheiro do guincho”.

Policial não achou ’necessário’ acionar perícia A testemunha afirmou ainda que foi o próprio cabo da PM, Fernando Cordeiro Ledo, de 39 anos, responsável pela ocorrência, quem ordenou que uma terceira pessoa desse marcha a ré na caminhonete, para desenganchá-la da moto, o que alterou a posição dos veículos.

No boletim de ocorrência, a guarnição registrou que a perícia não foi acionada porque os veículos já haviam sido removidos do local.

Em depoimento, o cabo afirmou que considerou “não ser necessário” acionar a perícia no local.

No entanto, um trecho da investigação mostra que “pelos vídeos e fotos colhidas na cena do acidente, dá para perceber que a motocicleta ficou presa no para choque da S10 envolvida”. À época, a PM registrou o caso como “sinistro de trânsito com vítima”.

Amanda Kathryn ficou em silêncio ao prestar depoimento à Polícia Civil.

Nesta quarta-feira (25), o Ministério Público (MP) pediu a abertura de um inquérito policial militar e de pro

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