Família denuncia negligência após bebê morrer antes de nascer em Ji-Paraná, RO; caso é investigado

Hospital Municipal Dr.
Claudionor Couto Roriz Prefeitura de Ji-Paraná Um bebê morreu nesta quarta-feira (25), antes do parto, durante atendimento na maternidade do Hospital Municipal de Ji-Paraná (RO).
Após o ocorrido, o pai da criança denunciou possível negligência médica e, segundo o registro policial, danificou parte da unidade.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 5h15 após uma confusão na unidade, localizada no bairro Dom Bosco.
A denúncia inicial indicava dano ao patrimônio público e ameaça a profissionais de saúde.
No local, policiais conversaram com profissionais da maternidade, que relataram que o médico plantonista realizava um procedimento de parto quando o bebê não resistiu e morreu, o que gerou forte comoção entre os familiares.
Segundo o registro policial, ao saber da morte da criança, o pai ficou extremamente abalado e passou a fazer ameaças contra os profissionais.
O médico informou à polícia que se sentiu ameaçado diante da situação.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda conforme o boletim, durante o momento de descontrole, o homem quebrou um bebedouro, danificou um lixeiro e também causou avarias na porta de vidro da entrada da maternidade.
Após o ocorrido, ele deixou o local e não foi encontrado.
A polícia fez buscas, mas familiares não souberam informar seu paradeiro.
O caso foi registrado como dano ao patrimônio público e ameaça.
A Polícia Civil deve apurar as circunstâncias da morte do bebê e a possível responsabilidade médica apontada pela família.
Família denuncia negligência Segundo o pai da criança, a esposa aguardou por atendimento durante várias horas na unidade.
Ele afirma que ela deu entrada por volta das 20h e permaneceu até cerca de 4h30 sentindo fortes dores e vomitando.
Ainda de acordo com ele, o parto só foi realizado após a intervenção de uma profissional de enfermagem.
Em entrevista à Rede Amazônica, o pai denunciou a equipe de negligência e disse que a demora no atendimento contribuiu para a morte do bebê. “Simplesmente mataram minha filha. [A esposa] ficou 9 horas lá, vomitando e sentindo dor forte, de gritar”, relatou.
A avó da criança, Sandra Maria, afirmou que a gestante deu entrada na unidade e permaneceu durante a noite em observação, mesmo apresentando dores intensas e episódios de vômito.
Segundo ela, familiares chegaram a acionar a equipe diversas vezes, mas foram informados de que os sintomas s
原文链接: G1
