Técnica morta por caminhonete de filha de capitão da PM teve múltiplas fraturas, diz laudo

MP pede investigação de PM que não acionou perícia e liberou filha de capitão em acidente O exame de corpo de delito da técnica em enfermagem Patricia Melo da Silva revelou múltiplas fraturas e traumatismo craniano profundo.
Ela morreu após ter a moto atingida pela caminhonete conduzida pela estudante Amanda Kathryn Monteiro de Souza, de 19 anos, filha de um capitão da Polícia Militar (PM), em Boa Vista.
O acidente ocorreu no dia 4 de fevereiro deste ano, na avenida Ville Roy.
Ferida, Patricia chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu e morreu cerca de duas horas após o acidente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Os laudos contrariam a avaliação feita no local da batida pelo cabo Fernando Cordeiro Ledo, de que “se tratava de lesão corporal”.
Ele foi o responsável pelo atendimento da ocorrência, não fez teste de bafômetro em Amanda, não acionou a perícia e liberou a motorista ainda no local.
Violência do impacto da batida O exame consta no inquérito policial do caso, ao qual o g1 teve acesso, e detalha a violência do impacto sofrido por Patricia.
A vítima teve fraturas nas costelas, no crânio, inchaço no cérebro e lesões na cabeça.
A causa oficial da morte foi traumatismo cranioencefálico grave associado ao trauma no tórax.
O prontuário médico confirma a condição crítica da técnica de enfermagem e também divergiu da percepção inicial da polícia na rua.
Patricia deu entrada na sala de reanimação do Hospital Geral de Roraima (HGR) às 00h46 do dia 5 de fevereiro e precisou ser intubada imediatamente.
Poucos minutos depois, o quadro se agravou e a paciente sofreu paradas cardíacas.
A equipe médica tentou reanimação com medicamentos e massagem cardíaca, mas a morte foi confirmada às 01h37.
Patricia Melo da Silva morreu aos 53 anos, após ser atingida por caminhonete dirigida por estudante filha de capitão da PM em Boa Vista.
Reprodução Falhas no atendimento da ocorrência O MP de Roraima pediu a abertura de um inquérito policial militar e de procedimento administrativo para investigar a conduta do cabo da Polícia Militar Fernando Cordeiro Ledo.
Ele afirmou em depoimento que considerou “não ser necessário” acionar a perícia no local do acidente que terminou com a morte de Patricia.
A estudante e motorista da caminhonete, Amanda Kathryn Monteiro de Souza, usou a influência do pai para receber tratamento diferenciado após o acidente fatal, segundo depoimento de testemunhas à Polícia Civil.
Segundo os depoimentos, a jovem a
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