Em quais países a eutanásia é permitida — e por que o Brasil a proíbe

A espanhola Noelia Castillo, que entrou na Justiça para ter acesso à eutanásia Reprodução/Antena 3 Nesta quinta-feira (26), uma jovem espanhola de 25 anos foi autorizada a passar por eutanásia.
Noelia Castillo vive com paraplegia e dor crônica após uma lesão grave causada por uma queda de grande altura.
O caso mobilizou tribunais e especialistas ao longo dos anos na Espanha. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Sempre que um caso similar surge, uma pergunta vem junto: em quais países a eutanásia é permitida?
O país mais recente a aprovar o procedimento foi o Uruguai, em outubro do ano passado, juntando-se a uma curta lista de nações que descriminalizaram a prática.
Em outros países, as regras para o procedimento são mais permissivas, como na Holanda, em que um ex-premiê realizou a eutanásia com a sua esposa no início de 2024.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em quais países a eutanásia é permitida A eutanásia é diferente de suicídio assistido.
O suicídio assistido ocorre quando uma equipe médica fornece medicamentos para o procedimento, mas é o próprio paciente que administra a dose fatal.
Já na eutanásia, a própria equipe médica administra a dose no paciente.
EUTANÁSIA X SUICÍDIO ASSISTIDO: entenda diferença entre os dois procedimentos Na Europa, a eutanásia é praticada de forma legal na Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Espanha e Portugal.
Nas Américas, Canadá, Colômbia e alguns estados dos Estados Unidos (Oregon, Vermont, Washington, Califórnia e Montana) também permitem a eutanásia.
Cuba aprovou a prática em dezembro de 2023.
No Peru, o procedimento é proibido, porém uma psicóloga fez a eutanásia em 2024 após conseguir autorização especial da Suprema Corte do país.
Na Oceania, a eutanásia é permitida na Austrália e na Nova Zelândia.
Na Bélgica, nos últimos 20 anos é possível realizar o suicídio assistido em casos de doenças incuráveis ou em casos que o paciente tenha uma dor incurável.
A eutanásia também é permitida mesmo que não haja doença terminal, em casos de doenças psiquiátricas e demência, e desde 2014 não há limite de idade.
O Equador reconheceu pela primeira vez em fevereiro de 2025 o direito à eutanásia a uma paciente terminal, a partir de decisão da Corte Constitucional do país.
A decisão incluiu instrução para o Ministério da Saúde equatoriano regulamentar o procedimento em dois meses, enquanto a lei para legalizar de forma ampla vai ao Congresso.
A Igreja Católica do país classificou a medida como
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