O Banco de Portugal acaba de declarar o óbito da sua casa

Havia um sonho português.
Simples, modesto, como tudo o que é genuinamente nosso.
Trabalhar, poupar, ter uma casa.
Não precisava de ser grande, um T2 servia, com varanda se calhar, quintal se o bom Deus quisesse.
Esse sonho morreu.
Não adoeceu, não definhou, não se foi embora silenciosamente numa manhã de nevoeiro.
Morreu.
E o […]
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