Acusados de matar cantora gospel Sara Freitas são condenados; penas variaram entre 34 e 28 anos

Acusados de matar Sara Freitas foram a júri popular Reprodução/TV Bahia Os três homens acusados pelo assassinato da cantora gospel Sara Freitas foram condenados após um júri popular que durou dois dias, no Fórum Criminal de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador.
Os réus foram condenados por feminicídio qualificado por motivo torpe — mediante pagamento e promessa de recompensa —, cometido com emprego de meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.
As penas fixadas foram: Ederlan Santos Mariano: 34 anos e cinco meses de prisão; Victor Gabriel Oliveira Neves: 33 anos e dois meses de prisão; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como Bispo Zadoque: 28 anos e seis meses.
No caso de Weslen, houve redução da pena em razão da confissão apresentada durante o julgamento.
O caso seria julgado há quatro meses, em novembro, mas os advogados dos réus abandonaram o fórum, alegando falta de estrutura e segurança.
A Justiça considerou a atitude ilegal e remarcou a sessão para o mesmo local: o Fórum Desembargador Gerson Pereira dos Santos, em Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Sara Freitas foi assassinada no dia 24 de outubro de 2023.
Em abril de 2025, o quarto denunciado por envolvimento no crime, o ex-motorista de aplicativo Gideão Duarte de Lima, foi condenado a 20 anos e 4 meses de prisão, após conduzir a cantora ao local do assassinato.
Na época do júri de Gideão, Ederlan, Weslen Pablo e Victor Gabriel tinham entrado com um recurso e aguardavam definição de julgamento.
O trio foi apontado pelas investigações como mandante, executor e ajudante, respectivamente.
O papel de cada um Segundo informou o delegado Euvaldo Costa, responsável pelo inquérito do caso, as investigações apontam a participação de cada um dos acusados da seguinte forma: 👉 o marido da vítima, Ederlan Mariano, encomendou o crime; 👉 Gideão Duarte levou Sara Freitas até o local combinado; 👉 Vitor Gabriel segurou a vítima; 👉 Bispo Zadoque a esfaqueou.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) sustentou uma acusação de feminicídio cometido por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, ocultação de cadáver e associação criminosa.
Gideão, Victor Gabriel e Bispo Zadoque admitiram ter dividido R$ 2 mil, que foram pagos por Ederlan Mariano para executar o crime.
A confissão ocorreu durante acareação realizada na Delegacia de Dias D’Ávila, responsável pelas investigações do
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