Tráfego de caminhões é restringido após gás metano no subsolo do bairro Residencial Integração, em Uberlândia

Gás metano é detectado em área com casas rachadas O tráfego de veículos de carga na rua Vinícius José da Silva, no bairro Residencial Integração, foi restringido a partir desta semana pela Prefeitura de Uberlândia.
A medida, anunciada por meio da Defesa Civil, faz parte das ações preventivas adotadas após registros de movimentação do solo, rachaduras em imóveis e a confirmação da presença de gás metano no subsolo da região.
A decisão foi apresentada aos moradores durante uma reunião realizada nesta terça-feira (24), conduzida pela Defesa Civil Municipal, com a participação da Defesa Civil Estadual e do Corpo de Bombeiros.
Segundo o Município, a via permanece liberada para o trânsito normal de moradores, mas passa a ter limitação específica para caminhões e outros veículos pesados, visando reduzir vibrações e sobrecarga no solo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A restrição integra um conjunto de ações de segurança, monitoramento e prevenção, adotadas desde o fim de fevereiro, quando surgiram fissuras em casas, muros, calçadas e no asfalto do bairro, levando à interdição preventiva de dois imóveis.
Medida busca reduzir riscos enquanto apurações continuam De acordo com a Prefeitura, a limitação no tráfego pesado foi definida com base em avaliações técnicas preliminares, que ainda estão em andamento.
Durante as análises, foi identificada a presença e concentração de gás metano no subsolo de uma área em formato triangular, delimitada pelas ruas Vinícius José da Silva e Manuel Lúcio.
Apesar da detecção do gás, a Defesa Civil informou que não há risco iminente de incidentes no local.
Também não foi identificada a presença de metano no interior das residências vistoriadas.
Gás metano foi encontrado apenas no subsolo O gás metano (CH₄) foi identificado por meio de sondagens realizadas em seis perfurações no terreno, com apoio técnico de uma empresa prestadora de serviços ao Município.
A investigação aconteceu após o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) descartar anomalias na rede de esgoto local.
A principal hipótese trabalhada pela Administração Municipal é que o gás seja resultado da decomposição de matéria orgânica ao longo do tempo.
Há indícios de que a área tenha abrigado um lixão no passado, o que pode explicar tanto a presença do metano quanto a instabilidade do solo.
As apurações seguem em andamento e ainda não são conclusivas.
Novas análises serão conduzidas com apoio do Dmae, da Defesa Civil, das secreta
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