Funcionários terceirizados são presos por furtar mais de 300 kg de fios de cobre da Cemig em Uberlândia e Araguari

Cinco pessoas foram presas nesta quarta-feira (25) durante uma operação da Polícia Civil que investiga o furto de cabos de cobre da rede elétrica na zona rural de Uberlândia e Araguari.
O que mais chamou a atenção dos investigadores é que entre os suspeitos há funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Cemig.
Eles teriam se aproveitado da função para cometer os crimes.
As investigações começaram em 2025, após suspeitas levantadas pela Cemig.
Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava principalmente em redes de média tensão, responsáveis por levar energia de uma localidade a outra. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp De acordo com a apuração, os próprios funcionários provocavam a interrupção no fornecimento de energia em áreas rurais durante a noite para furtar os cabos de cobre.
No dia seguinte, eles eram acionados para fazer a manutenção e, durante o serviço, aproveitavam para furtar mais materiais.
Segundo a Polícia Civil, os criminosos deixavam produtores rurais sem energia e ainda subtraíam cabos duas vezes, repassando valores adulterados para a empresa.
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Cerca de 300 quilos de fios de cobre foram vendidos por R$ 15 mil a um ferro-velho.
O dono do estabelecimento também foi preso por receptação.
Um dos suspeitos chegou a realizar a venda usando o uniforme da empresa.
Entre os presos estão três funcionários, um ex-funcionário e o proprietário do ferro-velho.
Eles devem responder por furto qualificado e abuso de confiança, enquanto o comerciante responderá por receptação.
A Polícia Civil acredita que exista uma rede criminosa estruturada e as investigações continuam para identificar outros envolvidos, incluindo possíveis receptadores.
A Cemig informou, em nota, que apoia integralmente a atuação das forças de segurança no combate ao furto de fiação de energia.
Leia a nota completa abaixo. Último furto do grupo foi realizado na terça-feira (24) Polícia Civil/Divulgação O que disse a Cemig “A Cemig i
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