Elefante-marinho é avistado novamente no litoral de Alagoas após dias desaparecido; veja imagens

Após dias sem ser visto, o elefante-marinho apelidado de Leôncio voltou a aparecer no litoral alagoano.
O animal havia sido visto pela última vez na segunda-feira (23) e foi localizado novamente nesta quarta-feira (25), nas águas do litoral sul do estado, pela equipe do Instituto Biota de Conservação. (Assista acima) Leôncio chegou ao litoral de Alagoas no dia 11 deste mês e, desde então, tem percorrido diversas praias.
O nome do elefante-marinho foi escolhido após uma enquete realizada nas redes sociais do Instituto Biota. “Leôncio” venceu outras opções como “Elefôncio”, “Soneca” e “Tonho”.
Segundo o instituto, o animal é jovem, mede cerca de dois metros de comprimento e já percorreu mais de 30 quilômetros pelo litoral alagoano.
A presença do elefante-marinho tem chamado a atenção de quem passa pelas praias.
As turistas paulistas Thalita Comico e Angela Daneluce, de Birigui, disseram que fizeram questão de ver o animal durante a visita a Maceió. “Foi um momento bem inusitado, porque nós moramos no interior de São Paulo, longe da praia.
Quando soubemos do elefante-marinho, virou um atrativo.
Viemos até aqui para tentar vê-lo”, contou Angela.
Elefante-marinho é batizado de Leôncio, após enquete do Instituto Biota Reprodução/TV Asa Branca Alagoas Cuidados e orientações Apesar da curiosidade, o Instituto Biota alerta que a população deve manter distância do animal.
Não é permitido tocar, alimentar ou se aproximar do elefante-marinho.
O descumprimento das orientações pode gerar multa de até R$ 5 mil.
Elefante-marinho aparece em Maceió e mobiliza monitoramento; veja orientações O diretor-presidente do Instituto Biota, Bruno Stefanis, explicou que Leôncio está em período de troca de pele e pelos, momento em que precisa descansar e economizar energia. “As normas estabelecem limites de aproximação justamente para garantir a tranquilidade do animal.
Ele precisa descansar para ter energia suficiente e retornar ao local de origem após esse processo”, disse.
Elefante-marinho emite som de alerta ao se sentir ameaçado; especialistas reforçam a importância de manter distância e evitar interação.
Cortesia Ainda segundo Stefanis, o animal costuma ser isolado em um raio de 30 metros.
Com a maré cheia, ele pode se aproximar ainda mais da faixa de areia, o que exige atenção redobrada da população, inclusive para evitar possíveis zoonoses.
O Instituto Biota segue monitorando o elefante-marinho e reforça que, ao avistar o animal, a recomendação é manter distânci
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