Idoso com 27 anotações criminais é preso por 'stalking' após ir ao local de trabalho de mulher e abordá-la por semanas no Rio

Um idoso de 83 anos foi preso por perseguição majorada (stalking) contra uma mulher durante semanas na Zona Norte do Rio.
A vítima falou sobre o caso nas redes sociais.
Ela disse que Antonio Natal dos Reis Martins, de 83 anos, passou a persegui-la desde o dia 6 de março.
A mulher postou vários prints de fotos e mensagens mostrando que o homem a procurava no local de trabalho dela. “Ele passou a ir constantemente até lá, me encarar, insistir em aproximações e ultrapassar todos os limites de respeito.
Recebi cartas com conteúdo sexual, relatando “sonhos eróticos” comigo, fazendo convites e agindo como se existisse alguma intimidade entre nós”, relatou nas redes sociais. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Idoso de 83 anos é preso por stalking contra mulher durante semanas na Zona Norte do Rio Reprodução Na segunda-feira (23), o homem foi até o local de trabalho mais uma vez, e a vítima reagiu, fazendo com que o caso fosse parar na 27ª DP (Vicente de Carvalho), registrado como injúria.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na terça-feira, ele voltou ao local de trabalho da mulher, em um shopping de Vicente de Carvalho, na Zona Norte. “Hoje ele voltou.
De novo.
No meu local de trabalho.
Me encarando, tentando me intimidar como fez das outras vezes, achando que eu ia me calar.
Mas ele escolheu a pessoa errada.
Mais uma vez, eu reagi”, contou a vítima.
No post, ela diz que gritou e ligou para a delegacia, que registrou o caso como perseguição majorada e prendeu o idoso em flagrante. “Isso aqui não é o fim.
Isso é só uma batalha!
A guerra ainda não acabou.
E eu não vou parar até que exista justiça de verdade.”.
A mulher disse que recebeu diversos relatos de que ele fez o mesmo com outras funcionárias do centro comercial onde ela trabalhava.
Ao g1, a vítima relatou que ainda sente receio de o homem sair da cadeia.
Antonio tem 27 anotações criminais, segundo a Polícia Civil. “Meu psicológico está muito abalado.
Ainda com medo dele ser solto”, afirmou a mulher.
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